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Meio Ambiente

Chuva Ácida

Chuva Ácida

 

Em 1989 cientistas da Holanda noticiaram que um determinado pássaro canoro que habita as florestas daquele país estava produzindo ovos com a casca fina e porosa. Problema similar fora detectado nas décadas de 60 e 70, causado pelo inseticida DDT. Durante as investigações não foi encontrada nenhuma evidência de intoxicação.

Os cientistas resolveram verificar então o suprimento de cálcio disponível para os pássaros na natureza e necessário para a formação de cascas resistentes nos ovos. Aqueles pássaros usavam normalmente como fonte de cálcio, caramujos que constituiam componente importante na dieta. Entretanto, os caramujos haviam praticamente desaparecido das florestas. O solo seco contem normalmente de 5 a 10 gramas de cálcio por quilograma. O cálcio daquela região havia caído para cerca de 0,3 gramas por quilograma de solo, um nível muito baixo para que os caramujos sobrevivessem.

Sem caramujos para comer, os pássaros passaram a se alimentar de sobras de alimentos de galinhas e de outros animais domésticos e sobras de pique-niques, muito comuns na Europa.

A queda no conteúdo de cálcio do solo da Europa e dos Estados Unidos da América foi atribuída à ocorrência de chuva ácida, principalmente da que contem ácido sulfúrico.

Fotografia de uma floresta alemã tirada em 1970
Fotografia de uma floresta alemã tirada em 1970

depois em 1983, após a ação da chuva ácida na região.
Depois em 1983, após a ação da chuva ácida na região.

Este é um exemplo de como a poluição ambiental pode afetar a natureza, sem que as pessoas se deêm conta do problema.

A chuva ácida é um fenômeno regional e ocorre na mesma região que gera os poluentes que a causa. Por isso mesmo a incidência é grande nas regiões altamente industrializadas e mais densamente povoadas.

A chuva ácida é causada pela presença de gases, principalmente óxidos ácidos de enxofre e nitrogênio, que saem das chaminés industriais e são solúveis em água. Misturados à água presente no ar, hidrolisam formando ácidos que caem sobre a terra juntamente com a chuva.

A chuva não afetada pela atividade humana é pouco ácida, tendo pH em torno de 5,7. Esta acidez baixa é devida à presença de ácido carbônico, H2CO3, formado pela dissolução de CO2 em H2O. Estes níveis de acidez não são prejudiciais ao meio ambiente.

Os poluentes mais sérios na chuva ácida são os ácidos fortes.

No Brasil o exemplo mais marcante de poluição ambiental por chuva ácida foi a destruição da Mata Atlântica na região de Cubatão, na baixada santista. Os gases de nitrogênio e enxofre liberados às toneladas pelas chaminés das indústrias locais, destruíram a vegetação. Neste caso, a relação de causa – efeito era óbvia. A região de Cubatão era uma das mais poluídas em todo o mundo.

Após um enorme esforço feito por parte da comunidade científica, das primeiras organizações não governamentais brasileiras preocupadas com o meio ambiente e da imprensa que se empenhou em denunciar e esclarecer os fatos, foi elaborada uma legislação e montado um sistema de fiscalização que passou a controlar as emissões, forçando as indústrias a tomarem cuidados óbvios com as emissões gasosas.

Entretanto, não são apenas as indústrias que poluem com estes gases. As grandes cidades, com seus inúmeros carros, também são importantes produtoras de chuva ácida.

Dentro dos motores a combustão dos automóveis, são atingidas temperaturas muito altas, suficientes para que ocorra reação entre o nitrogênio e o oxigênio da atmosfera, formando o gás NO:

Chuva Ácida

O óxido nítrico, NO, não é muito solúvel em água, mas pode ser oxidado no ar formando dióxido de nitrogênio:

Chuva Ácida

O NO2 reage com água formando ácido nítrico e óxido nítrico:

Chuva Ácida

A legislação brasileira já exige que os carros mais novos sejam equipados, já durante a fabricação, com catalisadores que reduzem o nitrogênio do NO a N2 . Este último gás é um importante componente natural do ar e é muito pouco reativo.

O dióxido de enxofre, SO2 , é produzido como sub-produto da queima de combustíveis fósseis, isto é, derivados de petróleo. Ele pode se combinar diretamente com água, formando um ácido fraco, chamado ácido sulfuroso, H2SO3:

Chuva Ácida

Além disso, na presença de material particulado e aerossóis do ar, o dióxido de enxofre pode reagir diretamente com o oxigênio atmosférico e formar trióxido de enxofre, que, por sua vez, produz ácido sulfúrico e água:

Chuva Ácida

Chuva Ácida

O ácido sulfúrico é um ácido forte especialmente prejudicial ao solo porque causa a retirada dos íons de cálcio. A maioria dos solos possui partículas de argilas que são circundadas por íons inorgânicos, inclusive Ca2+. Entretanto os íons de cálcio das argilas podem ser substituídos pelo cátion de hidrogênio liberados pelo ácido sulfúrico. Neste processo também se forma sulfato de cálcio que é insolúvel em água. Desta forma, o cálcio não mais circula no ambiente, deixando de estar disponível no solo para ser usado pelas plantas. Este cálcio retirado do solo não é substituído. As plantas sofrem com a sua falta e as florestas são afetadas.

A pesquisa sobre o impacto da poluição do ar sobre as florestas é difícil. O sistema é altamente complexo. As florestas cobrem áreas muito grandes e a atuação de cada agente poluidor pode ser muito sutil, de modo que o verdadeiro papel desempenhado por cada agente pode levar muitos anos para ser identificado.

De qualquer modo, o controle das emissões de óxidos ácidos deve ser exercido continuamente de modo a melhorar e manter a qualidade de vida da humanidade, sem perda das nossas heranças naturais.

Chuva Ácida

Atividades industriais, como a siderurgia, contribuem significativamente com a formação de SO2, devido à presença de sulfeto de ferro (FeS) no minério de ferro (Fe2O3). O sulfeto de ferro forma SO2 durante o processo de obtenção do Fe.

Na atmosfera, o SO2 eliminado pelas fontes poluentes sofre a série de reações a seguir, originando o ácido sulfúrico, H2SO4:

Etapa I: oxidação de SO2 a SO3:

Chuva Ácida

Etapa II: hidratação do SO3 e formação do H2SO4:

Chuva Ácida

Curiosamente, essas são as mesmas etapas usadas para a produção industrial de ácido sulfúrico, reagente imprescindível para muitos processos. Porém, no caso da chuva ácida, o ácido sulfúrico, além de não poder ser aproveitado, representa um problema ambiental sério.

Isso ocorre porque o H2SO4é um ácido forte, causando problemas como a irritação das vias respiratórias, e levando a danos visíveis em edifícios nas cidades, sobretudo aqueles que apresentam fachada de mármore. O mármore é um mineral formado basicamente por carbonato de cálcio (CaCO3), que é atacado pelo H2SO4 presente na chuva ácida:

Chuva Ácida

Quais as formas de combater a chuva ácida?

A utilização de catalisadores no escapamento de automóveis é uma delas. O catalisador promove a redução de SO2 para ácido sulfídrico (H2S), que é menos poluente.

O H2S é um ácido fraco, cujo odor característico de ovo podre pode ser facilmente identificado, às vezes, na fumaça dos carros.

Porém, medidas como o incentivo ao transporte coletivo, ao uso racional do automóvel e ao uso de combustíveis livres de enxofre também contribuem muito para resolver o problema.

Nas indústrias, sistemas de tratamento dos gases expelidos também têm sido empregados para diminuir a emissão de SO2.

Nos campos, o excesso de acidez no solo é combatido com um processo denominado correção do solo, que consiste na adição de calcário (CaCO3) ou óxido de cálcio, a cal (CaO). O calcário neutraliza o H2SO4 da chuva ácida por meio da mesma reação de corrosão das estátuas, e a cal, pela reação seguinte:

Chuva Ácida

Fonte: cdcc.sc.usp.br

Chuva Ácida

 

Em 1989 cientistas da Holanda noticiaram que um determinado pássaro canoro que habita as florestas daquele país estava produzindo ovos com a casca fina e porosa. Problema similar fora detectado nas décadas de 60 e 70, causado pelo inseticida DDT. Durante as investigações não foi encontrada nenhuma evidência de intoxicação.

Os cientistas resolveram verificar então o suprimento de cálcio disponível para os pássaros na natureza e necessário para a formação de cascas resistentes nos ovos. Aqueles pássaros usavam normalmente como fonte de cálcio, caramujos que constituiam componente importante na dieta. Entretanto, os caramujos haviam praticamente desaparecido das florestas. O solo seco contem normalmente de 5 a 10 gramas de cálcio por quilograma. O cálcio daquela região havia caído para cerca de 0,3 gramas por quilograma de solo, um nível muito baixo para que os caramujos sobrevivessem.

Sem caramujos para comer, os pássaros passaram a se alimentar de sobras de alimentos de galinhas e de outros animais domésticos e sobras de pique-niques, muito comuns na Europa.

A queda no conteúdo de cálcio do solo da Europa e dos Estados Unidos da América foi atribuída à ocorrência de chuva ácida, principalmente da que contem ácido sulfúrico.

Fotografia de uma floresta alemã tirada em 1970
Fotografia de uma floresta alemã tirada em 1970

depois em 1983, após a ação da chuva ácida na região.
Depois em 1983, após a ação da chuva ácida na região.

Este é um exemplo de como a poluição ambiental pode afetar a natureza, sem que as pessoas se deêm conta do problema.

A chuva ácida é um fenômeno regional e ocorre na mesma região que gera os poluentes que a causa. Por isso mesmo a incidência é grande nas regiões altamente industrializadas e mais densamente povoadas.

A chuva ácida é causada pela presença de gases, principalmente óxidos ácidos de enxofre e nitrogênio, que saem das chaminés industriais e são solúveis em água. Misturados à água presente no ar, hidrolisam formando ácidos que caem sobre a terra juntamente com a chuva.

A chuva não afetada pela atividade humana é pouco ácida, tendo pH em torno de 5,7. Esta acidez baixa é devida à presença de ácido carbônico, H2CO3, formado pela dissolução de CO2 em H2O. Estes níveis de acidez não são prejudiciais ao meio ambiente.

Os poluentes mais sérios na chuva ácida são os ácidos fortes.

No Brasil o exemplo mais marcante de poluição ambiental por chuva ácida foi a destruição da Mata Atlântica na região de Cubatão, na baixada santista. Os gases de nitrogênio e enxofre liberados às toneladas pelas chaminés das indústrias locais, destruíram a vegetação. Neste caso, a relação de causa – efeito era óbvia. A região de Cubatão era uma das mais poluídas em todo o mundo.

Após um enorme esforço feito por parte da comunidade científica, das primeiras organizações não governamentais brasileiras preocupadas com o meio ambiente e da imprensa que se empenhou em denunciar e esclarecer os fatos, foi elaborada uma legislação e montado um sistema de fiscalização que passou a controlar as emissões, forçando as indústrias a tomarem cuidados óbvios com as emissões gasosas.

Entretanto, não são apenas as indústrias que poluem com estes gases. As grandes cidades, com seus inúmeros carros, também são importantes produtoras de chuva ácida.

Dentro dos motores a combustão dos automóveis, são atingidas temperaturas muito altas, suficientes para que ocorra reação entre o nitrogênio e o oxigênio da atmosfera, formando o gás NO:

Chuva Ácida

O óxido nítrico, NO, não é muito solúvel em água, mas pode ser oxidado no ar formando dióxido de nitrogênio:

Chuva Ácida

O NO2 reage com água formando ácido nítrico e óxido nítrico:

Chuva Ácida

A legislação brasileira já exige que os carros mais novos sejam equipados, já durante a fabricação, com catalisadores que reduzem o nitrogênio do NO a N2 . Este último gás é um importante componente natural do ar e é muito pouco reativo.

O dióxido de enxofre, SO2 , é produzido como sub-produto da queima de combustíveis fósseis, isto é, derivados de petróleo. Ele pode se combinar diretamente com água, formando um ácido fraco, chamado ácido sulfuroso, H2SO3:

Chuva Ácida

Além disso, na presença de material particulado e aerossóis do ar, o dióxido de enxofre pode reagir diretamente com o oxigênio atmosférico e formar trióxido de enxofre, que, por sua vez, produz ácido sulfúrico e água:

Chuva Ácida

Chuva Ácida

O ácido sulfúrico é um ácido forte especialmente prejudicial ao solo porque causa a retirada dos íons de cálcio. A maioria dos solos possui partículas de argilas que são circundadas por íons inorgânicos, inclusive Ca2+. Entretanto os íons de cálcio das argilas podem ser substituídos pelo cátion de hidrogênio liberados pelo ácido sulfúrico. Neste processo também se forma sulfato de cálcio que é insolúvel em água. Desta forma, o cálcio não mais circula no ambiente, deixando de estar disponível no solo para ser usado pelas plantas. Este cálcio retirado do solo não é substituído. As plantas sofrem com a sua falta e as florestas são afetadas.

A pesquisa sobre o impacto da poluição do ar sobre as florestas é difícil. O sistema é altamente complexo. As florestas cobrem áreas muito grandes e a atuação de cada agente poluidor pode ser muito sutil, de modo que o verdadeiro papel desempenhado por cada agente pode levar muitos anos para ser identificado.

De qualquer modo, o controle das emissões de óxidos ácidos deve ser exercido continuamente de modo a melhorar e manter a qualidade de vida da humanidade, sem perda das nossas heranças naturais.

Chuva Ácida

Atividades industriais, como a siderurgia, contribuem significativamente com a formação de SO2, devido à presença de sulfeto de ferro (FeS) no minério de ferro (Fe2O3). O sulfeto de ferro forma SO2 durante o processo de obtenção do Fe.

Na atmosfera, o SO2 eliminado pelas fontes poluentes sofre a série de reações a seguir, originando o ácido sulfúrico, H2SO4:

Etapa I: oxidação de SO2 a SO3:

Chuva Ácida

Etapa II: hidratação do SO3 e formação do H2SO4:

Chuva Ácida

Curiosamente, essas são as mesmas etapas usadas para a produção industrial de ácido sulfúrico, reagente imprescindível para muitos processos. Porém, no caso da chuva ácida, o ácido sulfúrico, além de não poder ser aproveitado, representa um problema ambiental sério.

Isso ocorre porque o H2SO4é um ácido forte, causando problemas como a irritação das vias respiratórias, e levando a danos visíveis em edifícios nas cidades, sobretudo aqueles que apresentam fachada de mármore. O mármore é um mineral formado basicamente por carbonato de cálcio (CaCO3), que é atacado pelo H2SO4 presente na chuva ácida:

Chuva Ácida

Quais as formas de combater a chuva ácida?

A utilização de catalisadores no escapamento de automóveis é uma delas. O catalisador promove a redução de SO2 para ácido sulfídrico (H2S), que é menos poluente.

O H2S é um ácido fraco, cujo odor característico de ovo podre pode ser facilmente identificado, às vezes, na fumaça dos carros.

Porém, medidas como o incentivo ao transporte coletivo, ao uso racional do automóvel e ao uso de combustíveis livres de enxofre também contribuem muito para resolver o problema.

Nas indústrias, sistemas de tratamento dos gases expelidos também têm sido empregados para diminuir a emissão de SO2.

Nos campos, o excesso de acidez no solo é combatido com um processo denominado correção do solo, que consiste na adição de calcário (CaCO3) ou óxido de cálcio, a cal (CaO). O calcário neutraliza o H2SO4 da chuva ácida por meio da mesma reação de corrosão das estátuas, e a cal, pela reação seguinte:

Chuva Ácida

Fonte: cdcc.sc.usp.br

Chuva Ácida

 

Chuva ácida é um fenômeno recente?

Não. O termo chuva ácida foi cunhado por um químico, Robert Angus Smith, quando descrevia a poluição em Manchester, Inglaterra, há mais de um século. Entretanto, a nível mundial, a percepção da acidez da chuva só ocorreu a partir da década de 1950, quando diversos ecossistemas (lagos e florestas, principalmente) já estavam seriamente comprometidos. Esta percepção tardia deve-se ao fato de que os ambientes naturais possuem um longo tempo de resposta a agressões como a acidificação. A água e o solo possuem a capacidade de neutralizar adições de ácidos e bases, e só depois de esgotada esta capacidade é que o pH destes ambientes sofre mudanças bruscas e acentuadas.

Quais os efeitos da chuva ácida sobre o solo e a vegetação?

A solubilidade de metais potencialmente tóxicos como o alumínio, manganês e cádmio é dependente do pH e aumenta rapidamente com a diminuição do pH da solução do solo. O alumínio é fitotóxico e causa prejuízos ao sistema de raízes, diminuindo a habilidade das plantas para absorver os nutrientes e a água do solo, afetando o crescimento das sementes e a decomposição do folhedo, e interagindo sinergisticamente com os ácidos para aumentar o prejuízo às plantas e aos ecossistemas aquáticos. Outro efeito líquido sobre a vegetação é a redução no seu crescimento ou, no pior caso, a morte, devido não só à lixiviação dos nutrientes como o magnésio e o potássio pelo percolado ácido, mas também por causas secundárias afetando a planta enfraquecida.

As soluções

Incentivar o transporte coletivo.

Utilizar metrôs em substituição à frota de ônibus a diesel.

Incentivar a descentralização industrial.

Dessulfurar os combustíveis com alto teor de enxofre antes da sua distribuição e consumo.

Dessulfurar os gases de combustão nas indústrias antes do seu lançamento na atmosfera.

Subsidiar a utilização de combustíveis limpos (gás natural, energia elétrica de origem hidráulica,energia solar e energia eólica) em fontes de poluição tipicamente urbanas como hospitais, lavanderias e restaurantes.

Utilizar combustíveis limpos em veículos, indústrias e caldeiras.

Fonte: www.fontedosaber.com

Chuva Ácida

Um dos problemas ambientais mais graves que muitas nas regiões no mundo vêm enfrentando atualmente é a chuva ácida. Dentro desse termo genérico, outros fenômenos como neblina ácida e a neve ácida, todos relacionados a precipitações substanciais de ácido.

O fenômeno da chuva ácida foi descoberto na Grã-Bretanha, na metade do Século XIX, pelo cientista Argus Smith. Naquela oportunidade ele utilizou a expressão chuva ácida para descrever a precipitação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester, no início da Revolução Industrial.

A chuva ácida conduz a conseqüências ecológicas danosas, e a presença de partículas de ácido no ar, provavelmente também tem efeitos diretos sobre a saúde humana.

COMO É FORMADA A CHUVA ÁCIDA

A chuva "natural", isto é, não poluída, já é ligeiramente ácida, devido à presença de dióxido de carbono atmosférico dissolvido, que forma ácido carbônico:

CO2 (g) + H2O (aq.) H2CO3 (aq.)

Em seguida o H2CO3 ioniza-se parcialmente liberando um íon de hidrogênio, com a resultante redução do pH do sistema:

H2CO3 (aq.) H+ + HCO3-

Como conseqüência dessa fonte de acidez, o pH da chuva natural, não poluída é de cerca de 5,6.

Define-se como chuva ácida, apenas aquela que é substancialmente mais ácida que isso, ou seja, com pH menos que 5,0, tendo em vista a presença de quantidades de traço de ácidos fortes naturais, o que leva a acidez da chuva em ar puro a um nível um pouco mais alto que aqueles existentes pela presença apenas de dióxido de carbono – as erupções vulcânicas liberam ácidos fortes como HCl, que podem produzir temporariamente chuva ácida.

Uma grande quantidade de eletricidade consumida atualmente nos países desenvolvidos é proveniente da queima de combustíveis fósseis como carvão mineral, gás natural e óleo. Os dois principais poluentes e maiores responsáveis pela deposição ácida, dióxido de enxofre (SO2) e óxidos de nitrogênio (NOx), são liberados para atmosfera ou emitidos quando estes combustíveis são queimados.

O carvão mineral é o maior responsável pelas emissões de dióxido de enxofre (SO2)- e também pôr uma porção significativa das emissões de óxidos de nitrogênio (NOx).

Quando o carvão é queimado, o enxofre presente reage com o ar, formando então o SO2. Ao contrário, os óxidos de nitrogênio (NOx) são formados quando qualquer combustível fóssil é queimado.

Estes compostos SO2 e NOx, reagem na atmosfera com vapor d’água, oxigênio e oxidantes para formar gotas de ácido, chuva, neve, neblina, e outras formas de precipitações que contêm mistura de ácido sulfúrico e ácido nítrico, que caem sobre a terra na forma de chuva ácida, como deposição úmida. As partícula em suspensão no ar podem também se depositar sobre o solo na forma seca, isto é, sem serem precipitações de chuva.

De fato, praticamente toda a acidez da chuva ácida pode ser atribuída à presença desses dois ácidos, sulfúrico (H2SO4) e ácido nítrico (HNO3). Entretanto, outros gases como o ácido clorídrico e o ácido fluorídrico, causam também a acidificação das águas de chuva.

A Tabela 1, extraída de MOTA, Suetônio, Introdução à Engenharia Ambiental, mostra a origem dos gases responsáveis pela chuva ácida, principalmente, da queima de combustíveis fósseis e das atividades industriais.

Tabela 1 – Gases responsáveis pela chuva ácida e suas origens

POLUENTE ORIGEM

Dióxido de enxofre – fabricação de fertilizantes

– aquecimento de minérios do grupo de sulfatos; – fabricação de celulose e ácido sulfúrico; – combustão do carvão e derivados de petróleo, em veículos, usinas termelétricas, indústrias, altos-fornos, etc.;

Óxidos de nitrogênio – combustão do carvão vegetal

combustão dos derivados de petróleo (especialmente em veículos); indústrias de ácido nítrico e ácido sulfúrico; fumaça de cigarros;

Ácido clorídrico – indústrias de fertilizantes

indústrias eletroquímicas; processos de esmaltação da porcelana; combustão de materiais contendo cloro;

Ácido fluorídrico – fundições de metais pesados e de alumínio

indústrias de fertilizantes; indústrias de vidro, esmalte e porcelana;

EFEITOS ECOLÓGICOS DA CHUVA ÁCIDA

O processo de deposição úmida abrange a transferência de poluentes para a superfície da terra pela chuva, neve, neblina, ou seja, pôr soluções aquosas.

A extensão em que a precipitação ácida afeta a vida biológica em uma determinada área, depende muito da composição do solo e das rochas nesta área. As áreas mais fortemente afetadas são constituídas de granitos ou de quartzo, porque o solo tem menor capacidade de neutralizar o ácido.

A chuva ácida tem se apresentado como um dos piores problemas ecológicos de algumas regiões dos Estados Unidos, do Canadá e da Europa. Calcula-se entre 5 a 10 milhões de quilômetros quadrados (superfície equivalente ao território brasileiro) a área afetada nesses locais (MOTA, Suetônio, obra citada).

Estudos têm revelado que, embora os níveis de dióxido de enxofre tenham caído significativamente nas últimas décadas, tanto nos EUA quanto na Europa, houve pouca variação no pH das precipitações. Na Europa, pôr exemplo, o pH médio da chuva ácida ainda está entre 4,0 e 4,5. Atribui-se esta falta de redução da acidez a uma diminuição, no mesmo período, nas emissões de partículas de cinzas incombustíveis de chaminés e de outras partículas sólidas, todas alcalinas, neutralizando uma parte do dióxido de enxofre e do ácido sulfúrico da mesma maneira que o carbonato de cálcio atua no solo.

A acidificação dos solos tem provocado enormes perdas de produtividade na agricultura, como conseqüência da lixiviação dos nutrientes; da eliminação de organismos que contribuem na decomposição e nitrificação; da liberação de metais pesados e alumínio, tornando-os mais solúveis; da esterilização, com impactos sobre a vegetação.

Outro impacto danoso é a acidificação da água, principalmente em lagos de reservatórios voltados para o abastecimento e produção de energia elétrica, onde a água com maior acidez provoca desgaste em equipamentos, tais como bombas e turbinas, tubulações, etc., além de poder provocar a morte de peixes e a morte da vegetação.

A destruição de florestas pela chuva ácida é um fato constatado em diversas parte do mundo. De acordo com o Fundo Mundial para a Natureza, cerca de 35% dos ecossistemas europeus já estão seriamente alterados e cerca de 50% das florestas da Alemanha e da Holanda estão destruídas pela acidez da chuva. Na costa do Atlântico Norte, a água do mar está entre 10 e 30% mais ácida que nos últimos vinte anos. Nos EUA, onde as usinas termelétricas são responsáveis pôr quase 65% do SO2 lançado na atmosfera, o solo dos Montes Apalaches também está alterado: tem uma acidez dez vezes maior que a das áreas vizinhas, de menor altitude, e cem vezes maior que a das regiões onde não há esse tipo de poluição.

No Brasil, o problema que apresentou maior destaque foi o da cidade de Cubatão. As encostas da Serra do Mar, próximas à cidade, são uma ameaça, através de seus escorregamentos constantes, escorregamentos estes, provocados pelo desmatamento intenso ocorrido na região , principalmente pela ação dos poluentes emitidos no próprio centro industrial.

O Governo do Estado de São Paulo e as empresas locais precisaram investir recursos em uma série de obras para conter as ondas de lama produzidas durante as chuvas:

instalação de um sistema de alerta, que consiste em monitoramento e previsão de escorregamentos em tempo real, evitando situações críticas, protegendo a população; reflorestamento da região que circunda a cidade; instalação de equipamentos de coleta e tratamento de efluentes gasosos;Outro grande dano provocado pela chuva ácida é a destruição de obras civis e monumentos. Nesses últimos anos, os principais monumentos históricos sofreram severas agressões provocadas pelo ácido. Um exemplo muito conhecido é da Acrópole, em Atenas, na Grécia, onde os efeitos dessas agressões nos últimos quarenta anos são equivalentes àqueles observados nos dois mil anteriores. Também podem ser citados: o Coliseu, em Roma; as Catedrais de Notre Dame, em Paris, e de Colônia, na Alemanha; o Taj Mahal, na Índia.

EFEITOS DA CHUVA ÁCIDA SOBRE A SAÚDE HUMANA

Os efeitos que a chuva ácida tem sobre a saúde humana não podem ser deduzidos das leis gerais da biologia ou fisiologia, devendo ser estabelecidos experimentalmente. Pesquisadores continuam a estudar os possíveis efeitos da respiração de partículas ácidas do ar e da ingestão de água acidificada, contendo metais tóxicos liberados pela chuva ácida.

COMO REDUZIR A CHUVA ÁCIDA

A redução da chuva ácida deve ser realizada por ações governamentais, através da implementação e/ou criação da legislação pertinente; investimento em eficiência energética, bem como em fontes alternativas mais limpas de geração de energia.

As pessoas também podem contribuir na conservação da energia, considerando que a produção desta é a causa responsável pela maior deposição ácida.

Como ações que podem ser tomadas pelas pessoas, pode-se citar:

desligamento de lâmpadas, computadores e outros aparelhos, quando não efetivamente estiverem sendo utilizados; utilização de aparelhos que apresentem melhor eficiência energética como geladeiras, aquecedores, máquinas de lavar, ar condicionado, etc.; utilização de transporte público ou do transporte solidário preferencialmente ao transporte individual; caminhar ou utilizar a bicicleta, quando possível; aquisição de veículos que emitam menores quantidades de NOx e mantê-los sempre bem regulados; manterem-se sempre bem informadas.

CONCLUSÃO

São conhecidas as principais fontes da chuva ácida – usinas de geração de energia e veículos automotores. Através do Protocolo de Kyoto (1997) as nações mais desenvolvidas estão se comprometendo a reduzir suas emissões que além de provocarem a chuva ácida, também provocam o aquecimento do Planeta Terra, conhecido como Efeito Estufa .

É urgente que medidas mais eficazes sejam tomadas para que a chuva ácida seja reduzida em todo o planeta, beneficiando assim toda a biota: espécie humana, animais, vegetais, água e microrganismos.

Fonte: www.amda.org.br

Chuva Ácida

 

Um dos problemas ambientais mais graves que muitas nas regiões no mundo vêm enfrentando atualmente é a chuva ácida. Dentro desse termo genérico, outros fenômenos como neblina ácida e a neve ácida, todos relacionados a precipitações substanciais de ácido.

ORIGENS DA CHUVA ÁCIDA

A Revolução Industrial trouxe vários avanços tecnológicos e mais rapidez na forma de produzir, por outro lado originou uma significativa alteração no meio ambiente. As fábricas com suas máquinas a vapor queimavam toneladas de carvão mineral para gerar energia. Neste contexto, começa a surgir à chuva ácida. Porém, o termo apareceu somente em 1872, na Inglaterra. O climatologista e químico Robert A. Smith foi o primeiro a pesquisar a chuva ácida na cidade industrial de Manchester.

Atualmente, a chuva ácida é um dos principais problemas ambientas nos países industrializados. Ela é formada a partir de uma grande concentração de poluentes químicos, que são despejados na atmosfera diariamente. Estes poluentes, originados principalmente da queima de combustíveis fósseis, formam nuvens, neblinas e até mesmo neve.

A chuva ácida é composta por diversos ácidos como, por exemplo, o óxido de nitrogênio e os dióxidos de enxofre, que são resultantes da queima de combustíveis fósseis (carvão, óleo diesel, gasolina entre outros). Quando caem em forma de chuva ou neve, estes ácidos provocam danos no solo, plantas, construções históricas, animais marinhos e terrestres etc. Este tipo de chuva pode até mesmo provocar o descontrole de ecossistemas, ao exterminar determinados tipos de animais e vegetais. Poluindo rios e fontes de água, a chuva pode também prejudicar diretamente a saúde do ser humano, causando doenças pulmonares, por exemplo.

Este problema tem se acentuado nos países industrializados, principalmente nos que estão em desenvolvimento como, por exemplo, Brasil, Rússia, China, México e Índia. O setor industrial desses países tem crescido muito, porém de forma desregulada, agredindo o meio ambiente. Nas décadas de 1970 e 1980, na cidade de Cubatão, litoral de São Paulo, a chuva ácida provocou muitos danos ao meio ambiente e ao ser humano. Os ácidos poluentes jogados no ar pelas indústrias, estavam gerando muitos problemas de saúde na população da cidade. Foram relatados casos de crianças que nasciam sem cérebro ou com outros defeitos físicos. A chuva ácida também provocou desmatamentos significativos na Mata Atlântica da Serra do Mar.

COMO SE FORMA A CHUVA ÁCIDA

A maior parte das chuvas é ligeiramente ácida por causa de uma pequena quantidade de dióxido de carbono dissolvido. A chuva ácida tem um pH entre 5 e 2,2 devido à reação que ocorre entre a água da chuva e óxidos de enxofre e nitrogênio (óxidos ácidos) dando origem a soluções diluídas de ácidos como o sulfúrico (H2SO4) e o nítrico (HNO3). A maioria desses óxidos é produzida como resultado da queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo.

As emissões de fumaça das usinas termelétricas à base de carvão, das indústrias de celulose, das refinarias, dos veículos automotores, assim como qualquer poluente gasoso lançado na atmosfera, contribuem para a formação de chuva ácida. Compostos de enxofre e nitrogênio são os principais componentes desta chuva, que pode se manifestar tanto no local de origem, como a centenas de quilômetros de distância. Um exemplo disto é a mineração de carvão em Criciúma, em Santa Catarina, que é responsável pela chuva acidificada pelo enxofre emanado do carvão depositado, que se mistura às formações de nuvens, em suspensão no ar. Esta chuva quando transportada pelos ventos vai cair, por exemplo, no parque nacional de São Joaquim, também em Santa Catarina, situado a muitos quilômetros de distância.

Nos gases produzidos por fábricas de motores (em especial quando há queima de carvão mineral) são liberados para a atmosfera óxidos de enxofre (SO2) os quais reagem com o vapor da água produzindo ácido sulfúrico (H2SO4), que é diluído na água da chuva e dando origem a chuva ácida, com pH muito ácido. O pH (índice utilizado para medir acidez: quanto menor mais ácido), medido para a maioria das chuvas ácidas, assume valores inferiores a 4,5 (o pH de uma chuva normal é de 5,0).

Este tipo de chuva, quando freqüente, provoca acidificação do solo, prejudicando também plantas e animais, a vida dos rios e florestas. Da mesma forma as edificações presentes na área são afetadas. Um lago que tem seu pH reduzido a 4,5, por doses repetidas de chuva ácida, impossibilita condições de vida para vários organismos. Um pH 2,0, iguala-se ao pH do suco de limão.

EFEITOS DA CHUVA ÁCIDA

Entre os efeitos da chuva ácida podemos citar: aumento da acidez das águas dos lagos, destruindo a vegetação aquática e, conseqüentemente, provoca a morte dos peixes, destruição das células respiratórias das folhas das árvores, remoção de nutrientes do solo, corrosão do concreto, do cimento e do ferro de construções.

O excesso de nitrogênio lançado pela chuva ácida em determinados lagos também pode causar crescimento excessivo de algas, e consequentemente perda de oxigênio, provocando um significativo empobrecimento da vida aquática.

Continuando no ritmo atual de poluição do ar, nos próximos 30 anos a chuva ácida causará maiores alterações na química dos solos do que as florestas tropicais poderiam suportar. Este fenômeno pode ser reduzido pela instalação de equipamentos que evitem as emissões gasosas, principalmente de compostos de enxofre e nitrogênio.

No Brasil, a mata atlântica é extremamente afetada pela chuva ácida, uma vez que muitos centros urbanos e industriais se localizam próximos ao litoral. Em Cubatão (São Paulo) vários programas de reflorestamento têm acontecido nos últimos anos, a fim de proteger as encostas cuja vegetação foi destruída.

Segundo o Fundo Mundial para a Natureza, cerca de 35% dos ecossistemas europeus já estão seriamente alterados e cerca de 50% das florestas da Alemanha e da Holanda estão destruídas pela acidez da chuva. Na costa do Atlântico Norte, a água do mar está entre 10% e 30% mais ácida que nos últimos vinte anos. Nos EUA, onde as usinas termoelétricas são responsáveis por quase 65% do dióxido de enxofre lançado na atmosfera, o solo dos Montes Apalaches também está alterado: tem uma acidez dez vezes maior que a das áreas vizinhas de menor altitude e cem vezes maior que a das regiões onde não há esse tipo de poluição.

PREJUÍZOS PARA O HOMEM

SAÚDE

A chuva ácida libera metais tóxicos que estavam no solo. Esses metais podem alcançar rios e serem utilizados pelo homem causando sérios problemas de saúde.

A ingestão de água potável acidificada, por longos períodos, pode causar a doença de Parkinson e de Alzheimer, a hipertensão, problemas renais e , principalmente em crianças, danos ao cérebro. Estima-se que nos EUA a chuva ácida é a terceira maior causa de doenças pulmonares.

PRÉDIOS, CASAS, ARQUITETURA

Outro grande dano provocado pela chuva ácida é a destruição de obras civis e monumentos. Nesses últimos anos, os principais monumentos históricos sofreram severas agressões provocadas pelo ácido. Um exemplo muito conhecido é da Acrópole, em Atenas, na Grécia, onde os efeitos dessas agressões nos últimos quarenta anos são equivalentes àqueles observados nos dois mil anteriores. Também podem ser citados: o Coliseu, em Roma; as Catedrais de Notre Dame, em Paris, e de Colônia, na Alemanha; o Taj Mahal, na Índia.

PREJUÍZOS PARA O MEIO AMBIENTE

LAGOS

Os lagos podem ser os mais prejudicados com o efeito da chuva ácida, pois podem ficar totalmente acidificados, perdendo toda a sua vida.

DESMATAMENTOS

A chuva ácida faz clareiras, matando duas ou três árvores. Imagine uma floresta com muitas árvores utilizando mutuamente, agora duas árvores são atingidas pela chuva ácida e morrem, algum tempo após muitas plantas que se utilizavam da sombra destas árvores morrem e assim vão indo até formar uma clareira. Essas reações podem destruir florestas.

AGRICULTURA

A chuva ácida afeta as plantações quase do mesmo jeito que das florestas, só que é destruída mais rápido já que as plantas são do mesmo tamanho, tendo assim mais áreas atingidas.

CHUVAS ÁCIDAS NO BRASIL

No Brasil, o caso mais marcante foi o da Região da Serra do Mar, causada pelas indústrias de Cubatão. Nesta região ocorre um fenômeno muito grave, a morte na floresta Atlântica que recobre a serra. As árvores de maior porte morrem devido à poluição.

Os poluentes geram as chuvas ácidas, que causam a queda das folhas em algumas árvores.

Abre-se uma clareira, e o Sol, antes bloqueado pela copa das árvores, agora incide diretamente sobre espécies mais sensíveis, matando-as. A destruição assume uma gravidade significativa por causa do papel que as árvores possuem. Elas fixam a camada de solo que reveste a Serra do Mar, impedindo o deslizamento desse terreno. A morte das árvores e o apodrecimento das raízes são prejudiciais ao ambiente da serra, pois pode causar em vários pontos verdadeiras avalanches de lama e pedras. Caso esse processo se torne freqüente, poderá causar entupimentos de rios (assoreamentos) e inundações.

Após um enorme esforço feito por parte da comunidade científica, das primeiras organizações não governamentais brasileiras preocupadas com o meio ambiente e da imprensa que se empenhou em denunciar e esclarecer os fatos, foi elaborada uma legislação e montado um sistema de fiscalização que passou a controlar as emissões, forçando as indústrias a tomarem cuidados óbvios com as emissões gasosas.

CHUVAS ÁCIDAS NO MUNDO

Pode parecer que não, mas milhares de pessoas preocupam-se com o meio ambiente. Os dois países com maior interesse em acabar com a chuva ácida são a Grã-Bretanha e a Alemanha. A Alemanha mudou sua política repentinamente para garantir pouca poluição; já a Grã-Bretanha, que tem menos problemas, ainda quer um pouco mais de provas antes de atuar. Um outro país, os Estados Unidos, acredita que sejam necessárias mais pesquisas e debates antes de uma ação prática.

A chuva ácida tem se apresentado como um dos piores problemas ecológicos de algumas regiões dos Estados Unidos, do Canadá e da Europa. Calcula-se entre 5 a 10 milhões de quilômetros quadrados (superfície equivalente ao território brasileiro) a área afetada nesses locais.

Estudos têm revelado que, embora os níveis de dióxido de enxofre tenham caído significativamente nas últimas décadas, tanto nos EUA quanto na Europa, houve pouca variação no pH das precipitações. Na Europa, pôr exemplo, o pH médio da chuva ácida ainda está entre 4,0 e 4,5. Atribui-se esta falta de redução da acidez a uma diminuição, no mesmo período, nas emissões de partículas de cinzas incombustíveis de chaminés e de outras partículas sólidas, todas alcalinas, neutralizando uma parte do dióxido de enxofre e do ácido sulfúrico da mesma maneira que o carbonato de cálcio atua no solo.

COMO REDUZIR A CHUVA ÁCIDA

A redução da chuva ácida deve ser realizada por ações governamentais, através da implementação e/ou criação da legislação pertinente; investimento em eficiência energética, bem como em fontes alternativas mais limpas de geração de energia.

Entretanto, não são apenas as indústrias que poluem com estes gases. As grandes cidades, com seus inúmeros carros, também são importantes produtoras de chuva ácida.

As pessoas também podem contribuir na conservação da energia, considerando que a produção desta é a causa responsável pela maior deposição ácida.

Como ações que podem ser tomadas pelas pessoas, podem-se citar:

Desligamento de lâmpadas, computadores e outros aparelhos, quando não estiverem sendo utilizados;

Utilização de aparelhos que apresentem melhor eficiência energética como geladeiras, aquecedores, máquinas de lavar, ar condicionado, etc.;

Utilização de transporte público ou do transporte solidário preferencialmente ao transporte individual;

Caminhar ou utilizar a bicicleta, quando possível;

Aquisição de veículos que emitam menores quantidades de NOx e mantê-los sempre bem regulados;

Manterem-se sempre bem informadas, buscando também, divulgar entre pessoas próximas a importância de cuidados com a poluição, inclusive de cigarros.

PROTOCOLO DE KIOTO

Representantes de centenas de países se reuniram em 1997 na cidade de Kioto no Japão para discutirem o futuro do nosso planeta e formas de diminuir a poluição mundial. O documento resultante deste encontro é denominado Protocolo de Kioto. Neste documento ficou estabelecido que algumas propostas de redução da poluição seriam tomadas e seria criada a Convenção de Mudança Climática das Nações Unidas. A maioria dos países participantes votou a favor do Protocolo de Kioto. Porém, os EUA, alegando que o acordo prejudicaria o crescimento industrial norte-americano, tomaram uma posição contrária ao acordo.

CONCLUSÃO

São conhecidas as principais fontes da chuva ácida – usinas de geração de energia e veículos automotores. Através do Protocolo de Kyoto (1997) as nações mais desenvolvidas estão se comprometendo a reduzir suas emissões que além de provocarem a chuva ácida, também provocam o aquecimento do Planeta Terra, conhecido como Efeito Estufa .

É urgente que medidas mais eficazes sejam tomadas para que a chuva ácida seja reduzida em todo o planeta, beneficiando assim toda a biota: espécie humana, animais, vegetais, água e microrganismos.

Fonte: www.cenedcursos.com.br

Chuva ácida

A queima de carvão, de combustíveis fósseis e os poluentes industriais lançam dióxido de enxofre e dióxido de nitrogênio na atmosfera. Esses gases combinam-se com o hidrogênio presente na atmosfera sob a forma de vapor de água, resultando em chuvas ácidas. As águas da chuva, assim como a geada, neve e neblina, ficam carregadas de ácido sulfúrico ou ácido nítrico. Ao caírem na superfície, alteram a composição química do solo e das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas e lavouras, atacam estruturas metálicas, monumentos e edificações.

O gás carbônico (CO2) expelido pela nossa respiração é consumido, em parte, pelos vegetais, plâncton e fitoplâncton e o restante permanece na atmosfera. A concentração de CO2 no ar atmosférico tem se tornado cada vez maior, devido ao grande aumento da queima de combustíveis contendo carbono na sua constituição. Tanto o gás carbônico como outros óxidos ácidos, por exemplo, SO2 e NOx, são encontrados na atmosfera e as suas quantidades crescentes são um fator de preocupação para os seres humanos, pois causam, entre outras coisas, as chuvas ácidas.

Ao contrário do que se imagina, mesmo nos locais mais limpos, como o Ártico, a água da chuva é levemente ácida (pH 5,6). O pH mede o teor de íons positivos de hidrogênio de uma solução. A tabela do pH vai do zero ao quatorze: quanto maior for a concentração daqueles íons, menor será o pH, logo, mais ácida a chuva. Em várias cidades do oeste da Europa e do leste dos EUA, a chuva chegou a ter pH entre 2 e 3, ou seja, entre o do vinagre e o do suco de limão.

O termo chuva ácida foi usado pela primeira vez por Robert Angus Smith, químico e climatologista inglês. Ele usou a expressão para descrever a precipitação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester no início da Revolução Industrial. Com o desenvolvimento e avanço industrial, os problemas inerentes às chuvas ácidas têm se tornado cada vez mais sérios. Um dos problemas das chuvas ácidas é o fato destas poderem ser transportadas através de grandes distâncias, podendo vir a cair em locais onde não há queima de combustíveis.

A poluição que sai das chaminés é levada pelo vento, sendo que uma parte dela pode permanecer no ar durante semanas, antes de se depositar no solo. Nesse período, pode ter viajado muitos quilômetros. Quanto mais a poluição permanece na atmosfera, mais a sua composição química se altera, transformando-se num complicado coquetel de poluentes que prejudica o meio ambiente.

Prejuízos e Efeitos

Segundo o Fundo Mundial para a Natureza, cerca de 35% dos ecossistemas europeus já estão seriamente alterados e cerca de 50% das florestas da Alemanha e da Holanda estão destruídas pela acidez da chuva. Na costa do Atlântico Norte, a água do mar está entre 10% e 30% mais ácida que nos últimos vinte anos. Nas mais importantes áreas industriais do Hemisfério Norte, o vento predominante vem do oeste. Isso significa que as áreas situadas no caminho do vento, que sopra dessas regiões industriais, recebem uma grande dose de poluição.

Cerca de 3 milhões de toneladas de poluentes ácidos são levados a cada ano dos Estados Unidos para o Canadá. De todo o dióxido de enxofre precipitado no leste canadense, metade dele provém das regiões industriais situadas no nordeste dos EUA. Na Europa, a poluição ácida é soprada sobre a Escandinávia, vindo dos países vizinhos, especialmente da Grã-Bretanha e do Leste-Europeu.

Nos EUA, onde as usinas termoelétricas são responsáveis por quase 65% do dióxido de enxofre lançado na atmosfera, o solo dos Montes Apalaches também está alterado: tem uma acidez dez vezes maior que a das áreas vizinhas, de menor altitude, e cem vezes maior que a das regiões onde não há esse tipo de poluição. Na América do Sul, chuvas com pH médio 4,7 têm sido registradas tanto em regiões urbanas e industrializadas como em regiões remotas.

Monumentos históricos também estão sendo corroídos: a Acrópole, em Atenas; o Coliseu, em Roma; o Taj Mahal, na Índia; as catedrais de Notre Dame, em Paris e de Colônia, na Alemanha. Em Cubatão, São Paulo, as chuvas ácidas contribuem para a destruição da Mata Atlântica e desabamentos de encostas. A usina termoelétrica de Candiota, em Bagé, no Rio Grande do Sul, provoca a formação de chuvas ácidas no Uruguai. Outro efeito das chuvas ácidas é a formação de cavernas.

A chuva ácida obviamente também afeta a saúde humana, liberando metais tóxicos que estavam no solo, que podem alcançar rios e serem utilizados pelo homem causando sérios problemas de saúde.

Ainda, com relação ao meio ambiente, os lagos podem ser os mais prejudicados com o efeito da chuva ácida, pois podem ficar totalmente acidificados, perdendo toda a sua vida.

Os dois países com maior interesse em acabar com a chuva ácida são a Grã-Bretanha e a Alemanha. A Alemanha mudou sua política repentinamente para garantir pouca poluição; já a Grã-Bretanha, que tem menos problemas, ainda quer um pouco mais de provas antes de atuar. Um outro país, os Estados Unidos, acreditam que sejam necessários mais pesquisas e debates antes de uma ação prática.

Hoje em dia o carvão, o petróleo e o gás natural são utilizados para suprir 75% dos gastos com energia. É possível cortar estes gastos pela metade e ter um alto nível de vida.

Eis algumas sugestões para economizar energia:

Transporte coletivo: diminuindo-se o número de carros a quantidade de poluentes também diminui Utilização do metrô: por ser elétrico polui menos do que os carros Utilizar fontes de energia menos poluentes: hidrelétrica, geotérmica, mareomotriz, eólica, nuclear (embora cause preocupações em relação à possíveis acidentes e para onde levar o lixo nuclear). Purificação dos escapamentos dos veículos: utilizar gasolina sem chumbo e adaptar um conversor catalítico; utilizar combustíveis com baixo teor de enxofre.Fonte: www.ambientebrasil.com.br

Chuva Ácida

 

A chuva ácida é um tema constante nos exames vestibulares. Saiba mais sobre esse problema do mundo moderno.

O que é chuva ácida?

A chuva ácida é um tipo de poluição resultante do acúmulo de dióxido de enxofre (SO2) na atmosfera. O gás SO2é um subproduto da utilização de combustíveis fósseis como a gasolina e o óleo diesel, que apresentam teores de enxofre. Quando estes combustíveis são queimados nos veículos, o enxofre presente é oxidado a SO2:

Chuva Ácida

Atividades industriais, como a siderurgia, contribuem significativamente com a formação de SO2, devido à presença de sulfeto de ferro (FeS) no minério de ferro (Fe2O3). O sulfeto de ferro forma SO2 durante o processo de obtenção do Fe.

Na atmosfera, o SO2 eliminado pelas fontes poluentes sofre a série de reações a seguir, originando o ácido sulfúrico, H2SO4:

Etapa I: oxidação de SO2 a SO3:

Chuva Ácida

Etapa II: hidratação do SO2 e formação do H2SO4:

Chuva Ácida

Curiosamente, essas são as mesmas etapas usadas para a produção industrial de ácido sulfúrico, reagente imprescindível para muitos processos. Porém, no caso da chuva ácida, o ácido sulfúrico, além de não poder ser aproveitado, representa um problema ambiental sério.

Isso ocorre porque o H2SO4é um ácido forte, causando problemas como a irritação das vias respiratórias, e levando a danos visíveis em edifícios nas cidades, sobretudo aqueles que apresentam fachada de mármore. O mármore é um mineral formado basicamente por carbonato de cálcio (CaCO3), que é atacado pelo H2SO4 presente na chuva ácida:

Chuva Ácida

Nos campos, a chuva ácida torna os solos menos produtivos, provocando a sua acidificação.

A chuva ácida termina sua trajetória nos rios e lagos, onde aumenta a acidez da água.

Quais as formas de combater a chuva ácida?

A utilização de catalisadores no escapamento de automóveis é uma delas. O catalisador promove a redução de SO2 para ácido sulfídrico (H2S), que é menos poluente.

O H2S é um ácido fraco, cujo odor característico de ovo podre pode ser facilmente identificado, às vezes, na fumaça dos carros.

Porém, medidas como o incentivo ao transporte coletivo, ao uso racional do automóvel e ao uso de combustíveis livres de enxofre também contribuem muito para resolver o problema.

Nas indústrias, sistemas de tratamento dos gases expelidos também têm sido empregados para diminuir a emissão de SO2.

Nos campos, o excesso de acidez no solo é combatido com um processo denominado correção do solo, que consiste na adição de calcário (CaCO3) ou óxido de cálcio, a cal (CaO). O calcário neutraliza o H2SO4 da chuva ácida por meio da mesma reação de corrosão das estátuas, e a cal, pela reação seguinte:

Chuva Ácida

Fonte: www.vestibular1.com.br

Chuva Ácida

Chuva Ácida

A chuva ácida é uma das muitas agressões contra a meio ambiente, causada pelo modo de vida moderno que desfrutam os habitantes dos países industrializados ou em processo de industrialização. A tecnologia moderna deixou muitos povos mais ricos, mais saudáveis, com mais conforto do que nunca. Entretanto, todos esses benefícios dependem do nosso meio ambiente, o qual nos oferece tudo de que precisamos – o ar que respiramos, a água que bebemos, o alimento que comemos, a casa em que vivemos e a escola onde aprendemos. Se continuarmos a causar tantos malefícios ao ambiente, ele não será capaz de nos amparar tão bem. (Fonte: Laboratório de Hidrologia da Faculdade de Engenharia Civil – UNICAMP)

O gás carbônico (CO2) expelido pela nossa respiração é consumido, em parte, pelos vegetais, zooplâncton e fitoplâncton e o restante permanece na atmosfera.

Hoje em dia, a concentração de CO2 no ar atmosférico tem se tornado cada vez maior, devido ao grande aumento da queima de combustíveis contendo carbono na sua constituição. A queima do carbono pode ser representada pela equação:

C + O2 —> CO2Tanto o gás carbônico como outros óxidos ácidos, por exemplo, SO2 e NOx, são encontrados na atmosfera e as suas quantidades crescentes são um fator de preocupação para os seres humanos, pois causam, entre outras coisas, as chuvas ácidas.

O termo chuva ácida foi usado pela primeira vez por Robert Angus Smith, químico e climatologista inglês. Ele usou a expressão para descrever a precipitação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester no início da Revolução Industrial. Com o desenvolvimento e avanço industrial, os problemas inerentes às chuvas ácidas têm se tornado cada vez mais sérios (Fonte:Centro de Divulgação Cientifica e Cultural(CDCC)-São Carlos-USP.) .

Entretanto, a nível mundial, a percepção da acidez da chuva só ocorreu a partir da década de 1950, quando diversos ecossistemas (lagos e florestas, principalmente) já estavam seriamente comprometidos. Esta percepção tardia deve-se ao fato de que os ambientes naturais possuem um longo tempo de resposta a agressões como a acidificação. A água e o solo possuem a capacidade de neutralizar adições de ácidos e bases, e só depois de esgotada esta capacidade é que o pH destes ambientes sofre mudanças bruscas e acentuadas (Fonte: Organização Educacional Evolutivo)

Um dos problemas das chuvas ácidas é o fato destas poderem ser transportadas através de grandes distâncias, podendo vir a cair em locais onde não há queima de combustíveis (Fonte:Centro de Divulgação Cientifica e Cultural(CDCC)-São Carlos-USP.)

O que é pH?

Ácidos e Bases são encontrados.

O índice pH mede a acidez ou a basicidade alcalinidade uma solução aquosa, normalmente variando entre os limites de 0 a 14. O valor "0" eqüivale a uma forte acidez e o "14" a uma forte basicidade. Se a solução não for nem ácida nem básica, o seu pH será igual a 7. A acidez aumenta a partir do pH 7 (excluindo este para valores mais baixos e a basicidade aumenta no sentido dos valores acima do pH 7).

Normalmente pensamos os ácidos em suas formas mais fortes, quando são muito perigosos. Entretanto, eles podem ser neutralizados até se tornarem tão fracos como o suco de limão, o vinagre ou um refrigerante com gás. As bases são o oposto dos ácidos, embora, sob forma concentrada, possam também causar danos. Velhos móveis de madeira são frequentemente submetidos a um banho de soda cáustica para remover camadas de tinta que recobrem a madeira. Bases mais fracas que a soda cáustica são usadas para fins domésticos, tais como o carbonato de sódio e o bicarbonato de sódio. Se você acrescentar um ácido a uma base, a concentração de ambos se reduz. Controlando cuidadosamente as quantidades adicionadas, é possível obter uma solução neutra, isto é, nem ácida nem alcalina (Fonte:Laboratório de Hidrologia da Faculdade de Engenharia Civil – UNICAMP).

Medindo a Acidez

Há uma escala para o grau de acidez ou alcalinidade de uma solução. Trata-se da escala de pH. Ela se estende de 0 (muito ácida) a 14 (muito alcalina). O ponto neutro é o 7. Sempre que aparecem valores de pH neste site, procure lembrar-se, por exemplo, que um pH 4.5 é mais ácido do que um pH 5. A escala de pH é logarítmica. Assim, tomamos como exemplo três amostras de substâncias:

A – pH 6,5 B – pH 5,5 C – pH 4,5

Então, B será 10 vezes mais ácida do que A e C, 100 vezes mais ácida que A e 10 vezes mais ácida que B. Um aumento de uma unidade na escala de pH significa, de fato, uma diminuição de 10 vezes na acidez e um correspondente aumento na alcalinidade da solução. Há várias maneiras de medir a acidez.

Uma forma barata é usar papel tornassol. São tiras estreitas de papel colorido. Quando mergulhado numa solução ácida, o papel torna-se vermelho, ou azul, se a solução for alcalina (bases). Usando-se papel Indicador Universal, pode-se determinar o valor do pH da amostra.

O que é Chuva Ácida?

Chuva Ácida

A chuva ácida é um produto da sobrecarga atmosférica. A exemplo do caso do ozônio, causado pela emissão de CFC. Quando a água do mar, dos lagos ou do solo se evapora, o vapor não é ácido nem alcalino. É neutro. Entretanto, esse vapor d’água combina-se com gases como dióxido de carbono, encontrado na atmosfera, transformando-se num ácido fraco. A chuva tem um pH entre 5 e 6 ( o pH 7 é neutro). Ela pode dissolver rochas e criar cavernas calcárias espetaculares, desfiladeiros e formações rochosas, num processo que normalmente leva milhares de anos .

A chuva ácida é uma das principais consequências da poluição do ar. A queima de carvão e de combustíveis fosseis e os poluentes industriais lançam dióxido de enxofre e de nitrogênio na atmosfera. Esses gases combinam-se com o hidrogênio presente na atmosfera sob a forma de vapor de água.O resultado é a chuva ácida. As águas da chuva, assim como a geada, neve e neblina, ficam carreadas de acido sulfúrico ou acido nítrico. Ao caírem na superfície, alteram a composição química do solo e das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas e lavouras, atacam estruturas metálicas, monumentos e edificações

Por volta de 1661, cientistas da Grã-Bretanha descobriram que a poluição industrial podia afetar a saúde das pessoas e as plantas das redondezas. Como o crescimento industrial nos séculos XVIII e XIX, aumentaram os danos para a saúde das pessoas e para o meio ambiente.

Entretanto, ninguém pensava que a poluição pudesse ser transportada para muito longe. Então em 1881, um cientista norueguês descobriu um fenômeno que ele chamou de precipitação suja, o qual ocorria na costa oeste da Noruega, onde não havia indústria poluidora. Ele suspeitou que viesse da Grã-Bretanha. Hoje os cientistas provam, sem sombra de dúvida, que a poluição é conduzida pelo ar a grandes distâncias. Se alguma prova adicional fosse necessária, seria fornecida pelo acidente na usina nuclear de Chernobyl, que produziu chuva radioativa em áreas da Europa Oriental e Ocidental.

Os efeitos dessa chuva radioativa sobre o ambiente podem perdurar por dezenas de anos. Os países escandinavos reconheceram que a chuva ácida era uma das causas principais da acidificação de seus lagos. Muita pesquisa tem sido desenvolvida para mostrar as relações significativas entre as precipitações de dióxido de enxofre e os danos ambientais. Aceitando essa evidência, a maioria dos países concorda em reduzir suas emissões. Alguns, entretanto, mostram muita má vontade e afirmam que são necessárias evidências mais contundentes para provar se o dióxido de enxofre causa de fato um grande malefício ao meio ambiente

Chuva ÁcidaChuva Ácida

A que distância a poluição pode ser transportada?

Se você olhar para a fumaça que sai de uma chaminé, verá que em poucos dias do ano ela sobe verticalmente. Na maior parte das vezes ela se inclina, porque o ar ao redor da chaminé está em movimento. Mesmo quando parece haver apenas uma brisa próxima ao solo, nas camadas mais altas o vento pode ser bem mais forte.

A poluição que sai das chaminés é levada pelo vento. Uma parte dela pode permanecer no ar durante uma semana ou mais, antes de se depositar no solo. Nesse período ela pode ter viajado muitos quilômetros. Mesmo um vento fraco de 16 Km/h poderia transportá-la para além de 1600 km em cinco dias. Quanto mais a poluição permanece na atmosfera, mais a sua composição química se altera, transformando-se num complicado coquetel de poluentes que prejudica o meio ambiente.

Nas mais importantes áreas industriais do Hemisfério Norte, o vento predominante (aquele que sopra com maior frequência) vem do oeste. Isso significa que as áreas situadas no caminho do vento, que sopra dessas regiões industriais, recebem uma grande dose de poluição. Cerca de 3 milhões de toneladas de poluentes ácidos são levados a cada ano dos Estados Unidos pra o Canadá. De todo o dióxido de enxofre precipitado no leste canadense, metade dele provém das regiões industriais situadas no nordeste dos EUA. Na Europa, a poluição ácida é soprada sobre a Escandinávia, vindo dos países circunvizinhos, especialmente da Grã-Bretanha e do Leste-(Europeu)

CONSERVAÇÃO DE ENERGIA

O modo de vida ocidental envolve o consumo de grande quantidade de energia no transporte, na indústria na refrigeração, na iluminação e na preparação de alimentos. Todavia, calcula-se que se empregássemos os combustíveis de modo mais eficiente e adotássemos medidas para conservar energia, ainda poderíamos desfrutar de um alto padrão de vida consumindo a metade da energia. Quanto menor for a quantidade de energia consumida, será proporcionalmente menor a quantidade de poluição produzida.

USOS DE FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA

Carvão, petróleo e gás natural são usados para suprir de 75% das exigências mundiais. Essas fontes facilmente se esgotarão um dia. É possível utilizar fontes naturais inesgotáveis de energia. São as chamadas fontes renováveis de energia. Elas incluem a energia hidrelétrica (uso de energia das quedas d’água para acionar geradores); biomassa (queima de matéria orgânica de origem vegetal ou animal); energia geotérmica (uso do calor natural das profundezas da crosta terrestre); energia das ondas do mar e das marés; e a energia eólica dos moinhos de vento. A energia nuclear, que é gerada a partir de fissões atômicas, também é renovável e não produz poluentes como o dióxido de enxofre e os óxidos de nitrogênio. Por outro lado, existe muita gente que vive atemorizada pelos perigos dos acidentes nucleares e se preocupa com o acondicionamento do lixo atômico.

Entre os recursos renováveis, a energia hidrelétrica é uma das mais desenvolvidas, fornecendo 25% da eletricidade mundial. No entanto, essa quantidade poderia ser extremamente aumentada, com um mínimo de prejuízo para o meio ambiente. Atualmente, destina-se muito pouco dinheiro para a pesquisa e o desenvolvimento da energia eólica e das ondas do mar. Contudo, as fazendas de vento da Califórnia, Estados Unidos, mostram que energia não poluente pode ser produzida, de modo economicamente viável e em quantidade suficiente.

REMOÇÃO DA POLUIÇÃO NA FONTE

O enxofre pode ser removido do combustível antes de ser queimado e vendido para a indústria como subproduto. Isso realmente melhoraria as perspectivas de emprego nas áreas de mineração, mas somente se o carvão ainda pudesse ser vendido por um preço elevado. Alternativamente, o enxofre pode ser removido da fumaça antes que esta seja lançada na atmosfera. Pode-se fazer isso utilizando dispositivos chamados dessulfurizadores, que são instalados nas chaminés. Sua função é borrifar cal sobre a fumaça

O enxofre pode ser removido do combustível antes de ser queimado e vendido para a indústria como subproduto. Isso realmente melhoraria as perspectivas de emprego nas áreas de mineração, mas somente se o carvão ainda pudesse ser vendido por um preço elevado. Alternativamente, o enxofre pode ser removido da fumaça antes que esta seja lançada na atmosfera. Pode-se fazer isso utilizando dispositivos chamados dessulfurizadores, que são instalados nas chaminés. Sua função é borrifar cal sobre a fumaça

MUDANÇA NAS TÉCNICAS AGRÍCOLAS E SILVICULTURAIS

A agricultura e a silvicultura podem aumentar a acidez do solo. Se os engenheiros florestais utilizassem toda a árvore, incluindo galhos e raízes, isso equivaleria a uma exposição do solo a chuva ácida por cerca de 60 anos. Se apenas o tronco fosse aproveitado e o resto apodrecesse no chão, o solo se tornaria menos ácido.

(Fonte:Laboratório de Hidrologia da Faculdade de Engenharia Civil – UNICAMP).

MUDANÇA NO NOSSO COMPORTAMENTO

Há atitudes que cada um de nós pode tomar agora para reduzir os problemas de poluição. Por exemplo, diminuindo apenas 2º no termostato do aquecimento central nos países frios, se gastaria bem menos combustível. Em vez de aumentar o aquecimento, as pessoas poderiam se agasalhar melhor. Dirigindo mais devagar, reduz-se a quantidade de óxido de nitrogênio produzida pelos motores. Em alguns países, os limites de velocidade poderiam ser reduzidos. Um limite de 80 km/h parece estabelecer uma boa combinação entre velocidade e poluição.

Uma grande quantidade de energia e poluição poderia ser poupada, se mais pessoas utilizassem regularmente o transporte coletivo, em vez de se deslocarem em seus próprios carros. Isso, evidentemente, exigirá uma atuação mais decidida do poder público para melhorar esse tipo de transporte.

PURIFICAR OS ESCAPAMENTOS DOS VEÍCULOS

Os motores dos veículos produzem óxidos de nitrogênio e outros poluentes. Os gases emitidos pelos motores dos carros podem ser purificados usando gasolina sem chumbo e adaptando um conversor catalítico. Esses dispositivos convertem 90% dos gases nocivos presentes nos escapamentos em dióxido de carbono, nitrogênio e vapor d’água, bem menos prejudiciais. Uma alternativa seria desenvolver motores de combustão branda que são eficientes e poluem menos. Os motores a diesel são mais econômicos porque consomem menos combustível do que os motores a gasolina. Entretanto, produzem mais fumaça, duas vezes mais óxido de nitrogênio e seis vezes mais dióxido de enxofre.

REDUÇÃO DOS ÓXIDOS DE NITROGÊNIO

O dióxido de nitrogênio é somente um dos poluentes a causar os problemas da chuva ácida, mas é o mais pesquisado de todos. Os óxidos de nitrogênio são mais difíceis de serem estudados,mas em 1986 iniciaram-se as negociações para um acordo internacional, com a finalidade de reduzir a poluição gerada por esses óxidos emitidas pelos escapamentos

.Há dificuldades para se chegar a um acordo sobre quão ambiciosas deveriam ser as metas a serem alcançadas.

A Alemanha propôs, por volta de 1995, os níveis de dióxido de nitrogênio deveriam estar reduzidos em 30% com relação aos níveis de 1985. Isso é apoiado por vários países. A Grã-Bretanha e a França, entretanto, parecem estar querendo chegar apenas a um congelamento, o que significa nenhum aumento das emissões além das já existentes.

A Itália, o Canadá, os Estados Unidos e a maioria dos países do Leste Europeu parecem rejeitar ambas as propostas.

Cerca da metade dos óxidos de nitrogênio presentes no ar provém das emissões dos veículos. Se a quantidade de poluentes que saem dos escapamentos for reduzida, a quantidade de óxidos de nitrogênio no ar também diminuirá.

O Japão e os Estados Unidos são os mais avançados quanto a leis rigorosas que controlam o nível de emissões dos escapamentos.

Nos Estados Unidos, os motoristas podem ser parados, seus escapamentos testados, e, se os gases que saem do escapamento não estiverem suficientemente limpos, o motorista poderá ser impedido de continuar. Talvez a atitude positiva tomada pelos Estados Unidos e pelo Japão encoraje outros países a adotar controles mais severos sobre as fumaças

Chuvas Ácidas no Mundo

Pode parecer que não, mas milhares de pessoas preocupam-se com o meio ambiente. Os dois países com maior interesse em acabar com a chuva ácida são a Grã-Bretanha e a Alemanha. A Alemanha mudou sua política repentinamente para garantir pouca poluição; já a Grã-Bretanha, que tem menos problemas, ainda quer um pouco mais de provas antes de atuar. Um outro país, os Estados Unidos, acredita que sejam necessárias mais pesquisas e debates antes de uma ação prática

Custa muito dinheiro acabar com a chuva ácida. Muitos países relutaram em adotar medidas até que os cientistas lhes mostraram o quanto de poluição precisa ser cortado. Esses especialistas têm feito cálculos para o dióxido de enxofre e os óxidos de nitrogênio e indicam que as regiões mais sensíveis da Noruega e da Suécia são capazes de absorver apenas entre 0,3 e 0,5 grama de dióxido de enxofre e entre 1 e 2 gramas de óxidos de nitrogênio por m2 . Os cientistas avaliam que o mundo, como um todo, precisa reduzir as emissões desses dois poluentes em 80 ou 90%.

Isso significa que as 100 toneladas despejadas atualmente na atmosfera devem ser reduzidas para 10 toneladas, o mais rápido possível. Na Europa, nos últimos 10 anos, as emissões de dióxido de enxofre diminuíram em cerca de 25%. A quantidade total que se precipita sobre a Escandinávia baixou quase a esse mesmo índice, e a boa notícia é que alguns lagos estão se recuperando lentamente. Esses resultados somente foram conseguidos porque as pesquisas têm sido capazes de demonstrar que a poluição prejudica o meio ambiente e é carregada pelos ventos de um país a outro.

Fonte: www.ambienteterra.com.br

Chuva Ácida

 

A chuva ácida é um fenômeno que surgiu com a crescente industrialização do mundo, em relação direta com a poluição do ar, manifestando-se com maior intensidade e abrangência nos países desenvolvidos.

Não existe chuva totalmente pura, pois ela sempre arrasta consigo componentes da atmosfera. A água pura é neutra, tendo pH igual a 7,0. Já a água de chuva, em condições normais, tem um valor de pH de 5,6 , sendo portanto ligeiramente ácida. Isso ocorre devido à combinação entre o CO2 do ar e o H2O da chuva, formando H2CO3 ( ácido carbônico), que acidifica a água.. Em várias partes do planeta, no entanto, têm sido verificadas chuvas com valores inferiores a 5,6. Nesses casos, fala-se em chuva ácida.

As emissões de fumaça das usinas termelétricas à base de carvão, das indústrias de celulose, das refinarias, dos veículos automotores, assim como qualquer poluente gasoso lançado na atmosfera, contribuem para a formação desse fenômeno. Compostos de enxofre ( dióxido de enxofre – SO2 ) e nitrogênio ( óxidos de nitrogênio ) são os principais componentes desta chuva, que pode se manifestar tanto no local de origem, como a centenas de quilômetros de distância.

As principais emissões de SO2 resultam da queima de combustíveis fósseis. Isso ocorre porque existem naturalmente enxofre e compostos sulfurados nesses combustíveis, sendo difícil eliminá-los durante o processo de purificação da matriz energética. A oxidação catalítica do SO2 que pode ocorrer na atmosfera origina ácido sulfúrico:

Chuva Ácida

Sendo um ácido forte, o ácido sulfúrico tende a permanecer na forma ionizada, liberando ions H+ , razão pela qual influi muito na acidez das chuvas.

Uma parte dos óxidos de nitrogênio presentes no ar formam-se naturalmente, quando N2 e O2se combinam sob a ação dos raios. Mas cerca de 65% dos monóxidos e dióxidos de nitrogênio são derivados da queima de combustíveis fósseis . A presença dos óxidos de nitrogênio na atmosfera pode conduzir à formação de vários compostos, entre os quais o ácido nítrico. Como o ácido sulfúrico, o nítrico é um ácido forte e tende a permanecer na forma ionizada quando em solução aquosa. E, da mesma forma que o ácido sulfúrico, influi decisivamente no caráter ácido das chuvas.

Não costuma chover todos os dias. Por isso, os ácidos veiculados pela chuva nem sempre produzem conseqüências imediatas, mas sim a médio e longo prazos. Os problemas ambientais causados pela chuva ácida são muito diversificados:

Em rios e lagos, a acidez compromete a fauna e a flora aquática : pH reduzido a 4,5 ou menos , decorrente de doses repetidas de chuva ácida, impossibilita condições de vida para vários organismos; o excesso de nitrogênio lançado pela chuva ácida em determinados lagos também pode causar crescimento excessivo de algas, e consequentemente perda de oxigênio, provocando um significativo empobrecimento da vida aquática.

No solo, os ácidos podem liberar metais, como o alumínio, o chumbo e o cádmio, considerados de alta toxicidade. A chuva ácida diminui o pH da solução do solo; isso interfere na solubilidade dos sais minerais, p.ex. , a acidez favorece a solubilidade do alumínio, que é tóxico para as plantas, levando a um aumento na sua concentração. No entanto, outros sais minerais necessários ao vegetal se tornam menos disponíveis em função da acidificação do solo. É provável que o declínio de florestas européias se deva principalmente às chuvas ácidas.

Com relação à saúde humana, especula-se que as partículas ácidas ao atingirem os olhos, podem causar conjuntivite; se inaladas, podem desenvolver ou agravar doenças em pessoas menos saudáveis , especialmente as que sofrem de asma, rinite e sinusite, bem como reduzir os mecanismos de defesa contra infecções, predispondo ao aparecimento de broncopneumonias.

Nos prédios podemos observar a corrosão do concreto e do ferro utilizado nas construções. Os monumentos de mármore e outras pedras calcárias são seriamente afetadas. As estátuas de cobre e outros objetos deste metal vão lentamente se cobrindo de verde de malaquita , resultado de uma reação de cobre com ácido carbônico.

A ocorrência de chuvas ácidas pode ser diminuída pelo controle industrial e pelo uso de equipamentos antipoluição. Cálculos feitos nos EUA mostram que, desde que essas providências começaram a ser tomadas , as emissões de óxidos diminuíram em 35%.

No Brasil , como o estudo desse fenômeno é muito incipiente, não se sabe ao certo que efeitos já poderiam estar associados ou quais os riscos que representam de imediato à população. A longo prazo, a acidez das águas das chuvas poderá contaminar as provisões de água potável e provocar danos nas cadeias alimentares que chegam ao homem, isto porque acabam por atingir a lavoura, a fauna e a flora.

Fonte: www.colband.com.br

Chuva Ácida

A chuva ácida é uma das principais consequências da poluição do ar. As queimas de carvão ou de peróleo liberam resíduos gasosos, como óxidos de nitrôgenio e de enxofre. A reação dessas substâncias com a água forma ácido nítrico e ácido sulfúrico, presentes nas precipitações de chuva ácida.

Os poluentes do ar são carregados pelos ventos e viajam milhares de quilômetros; assim, as chuvas ácidas podem cair a grandes distâncias das fontes poluidoras, prejudicando outros países.

O solo se empobrece, a vegetação fica comprometida. A acidificação prejudica os organismos em rios e lagoas, comprometendo a pesca. Monumentos de mármore são corruídos, aos poucos, pela chuva ácida.

Prejuízos para o homem:

1. Saúde: A chuva ácida libera metais tóxicos que estavam no solo. Esses metais podem alcançar rios e serem utilizados pelo homem causando sérios problemas de saúde.

2. Prédios, casas, arquiteturas: A chuva ácida também ajuda a corroer os materiais usados nas construções como casas, edifícios e arquitetura, destruindo represas, turbinas hidrelétricas etc.

Prejuízos para o meio ambiente

1. Lagos: Os lagos podem ser os mais prejudicados com o efeito da chuva ácida, pois podem ficar totalmente acidificados perdendo toda a sua vida.

2. Desmatamentos: A chuva ácida faz clareiras, matando duas ou três árvores. Imagine uma floresta com muitas árvores utilizando mutuamente, agora duas árvores são atingidas pela chuva ácida e morrem e assim vão indo até formar uma clareira. Essas reações podem destruir florestas.

3. Agricultura: A chuva ácida afeta as plantações quase do mesmo jeito que das florestas, só que é destruída mais rápido já que as plantas são do mesmo tamanho, tendo assim mais áreas atingidas.

Como evitar a Chuva Ácida:

-Conservar energia -Transporte coletivo -Utilização do metrô -Utilizar fontes de energia menos poluentes -Purificação dos escapamentos dos veículos -Utilizar combustíveis com baixo teor de enxofre.Fonte: jmacedoc.sites.uol.com.br

Chuva Ácida

 

COMO SE FORMA A Chuva Ácida?

Inicialmente, é preciso lembrar que a água da chuva já é naturalmente ácida. Devido à uma pequena quantidade de dióxido de carbono (CO2) dissolvido na atmosfera, a chuva torna-se ligeiramente ácida, atingindo um pH próximo a 5,6. Ela adquire assim um efeito corrosivo para a maioria dos metais, para o calcário e outras substâncias.

O consumo de água acidificada por longos períodos pode causar doenças como mal de Parkinson, mal de Alzheimer, hipertensão e problemas renais. Em crianças, existe grande possibilidade de atacar o sistema nervoso central.

A solubilidade de metais potencialmente tóxicos como o alumínio, manganês e cádmio, é dependente do pH e aumenta rapidamente com diminuição do pH da solução do solo. O alumínio é fitotóxico e causa prejuízos ao sistema radicular, diminuindo a habilidade das plantas para absorver os nutrientes e a água do solo, afetando o crescimento das sementes e a decomposição do folhedo, e, interagindo sinergisticamente com os ácidos, aumenta o prejuízo às plantas e aos ecossistemas aquáticos. Outro efeito sobre a vegetação é a redução no seu crescimento ou, no pior caso, a morte, a morte, devido não só à lixiviação dos nutrientes como o magnésio e o potássio, mas também por causas secundárias, afetando a planta enfraquecida.

Este é um fenômeno que se agravou muito com o aumento da industrialização, principalmente pela queima do carvão nas indústrias. Tem uma relação direta com a poluição do ar, aparecendo em maior intensidade nos países com maior índice industrial. No Brasil, esse fenômeno ocorre com maior volume nas regiões onde estão estabelecidos os complexos industriais que utilizam, para gerar energia, combustíveis fósseis ou madeira, sendo também muito expressivo nas grandes capitais, onde o número de veículos automotores é elevado.

A chuva ácida é resultante da reação química que ocorre entre os compostos de enxofre, nitrogênio e outros, liberados pela queima dos combustíveis fósseis e pelo vapor d’água da atmosfera, na presença da energia solar, resultando em ácido sulfúrico (H2SO4) e ácido nítrico (HNO3), que se precipitam em forma de partículas de chuva, e cuja acidez varia com a concentração e o local, sendo considerada ácida quando p pH for inferior a 5,0.

Essa chuva, quando freqüente, é responsável pela corrosão de metais, alterações nas cores de pinturas de paredes de casas e edifícios, desgaste de pedras, estátuas, qualidades das águas, acidificação do solo, prejudicando também as plantas e os animais, bem como a vida dos rios e florestas.

Os efeitos deste tipo de fenômeno não ocorrem somente junto às áreas de emissões, mas também em locais distantes, uma vez que a dispersão ocorre através dos ventos. Por isso, não pode ser considerada da maneira pontual, devendo ser estudada em grandes regiões, principalmente naquelas para onde as correntes de vento dominantes conduzem a chuva ácida.

Fonte: www.ambienteemfoco.com.br

Chuva Ácida

Sabemos que o pH da água pura é 7,0, mas quando o dióxido de carbono (CO2) presente na atmosfera se dissolve na água, ocorre a formação do ácido carbônico (H2CO3), e portanto o pH da água em equilíbrio com o CO2 atmosférico é de 5,6. Veja a figura e equações mostrando a formação e dissociação do ácido carbônico:

Chuva Ácida

Chuva Ácida

Apesar da chuva em equilíbrio com o gás carbônico já ser ácida, só dizemos que a chuva tem um excesso de acidez quando seu pH for menor que 5,6.

O aumento da acidez na chuva ocorre principalmente quando há um aumento na concentração de óxidos de enxofre e nitrogênio na atmosfera. Estes óxidos e o óxido de carbono são chamados de óxidos ácidos, porque em contato com a água (neste caso água de chuva) formam ácidos.

Como é formada a chuva ácida?

O nitrogênio gasoso (N2) e o oxigênio molecular (O2) da atmosfera podem reagir formando o monóxido de nitrogênio (NO). No entanto, esta reação não é espontânea, necessitando de muita energia para ocorrer. Por exemplo, durante a queima de combustível no motor do carro ou em fornos industriais a temperatura é muito elevada, fornecendo a energia necessária para que ocorra a formação do monóxido de nitrogênio de forma eficiente.

Chuva Ácida

O monóxido de nitrogênio pode ser oxidado na atmosfera (que contém O2) e formar o dióxido de nitrogênio (NO2) que tem cor marrom. Muitas vezes, o fato do céu ter um tom marrom em cidades com tantos veículos como São Paulo, se deve à formação do NO2 na atmosfera, somado com a grande emissão de material particulado (incluindo a fuligem) que também escurece a atmosfera. O dióxido de nitrogênio pode sofrer novas reações e formar o ácido nítrico (HNO3), que contribui para aumentar a acidez da água de chuva.

Um carro produzido em 1995 produz até 10 vezes mais NO que um carro produzido hoje. Isto porque os carros modernos possuem um conversor catalítico que reduz muito a formação do NO. O conversor catalítico (ou catalisador) contém metais como paládio, platina e ródio, que transforma grande parte dos gases prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, em gases inertes como N2 e CO2. Devemos lembrar que o CO2 é um gás que não prejudica diretamente a saúde humana, mas colabora para aumentar o efeito estufa.

Chuva Ácida

É importante salientar que com ou sem catalisador o carro continua emitindo imensas quantidades de CO2 para a atmosfera. O catalisador tem um papel importantíssimo, mas atua de forma a minimizar apenas as emissões de CO e NO.

O dióxido de enxofre (SO2) é o responsável pelo maior aumento na acidez da chuva. Este é produzido diretamente como subproduto da queima de combustíveis fósseis como a gasolina, carvão e óleo diesel. O óleo diesel e o carvão são muito impuros, e contém grandes quantidades de enxofre em sua composição, sendo responsáveis por uma grande parcela da emissão de SO2 para a atmosfera. Atualmente no Brasil, a Petrobrás tem investido muito na purificação do diesel a fim de diminuir drasticamente as impurezas que contém enxofre.

De forma equivalente a outros óxidos, o SO2 reage com a água formando o ácido sulfuroso:

Chuva Ácida

O dióxido de enxofre também pode sofre oxidação na atmosfera e formar o trióxido de enxofre (SO3), que por sua vez, em contato com a água da chuva irá formar o ácido sulfúrico (H2SO4), que é um ácido forte.

Chuva Ácida

Algumas conseqüências da elevada emissão de SO2 .

A água de um lago em condições naturais tem o pH em torno de 6,5 – 7,0, podendo manter uma grande variedade de peixes, plantas e insetos, além de manter animais e aves que vivem no seu entorno e se alimentam no lago. O excesso de acidez na chuva pode provocar a acidificação de lagos, principalmente aqueles de pequeno porte. O pH em torno de 5,5 já pode matar larvas, pequenas algas e insetos, prejudicando também os animais que dependem desses organismos para se alimentar. No caso do pH da água chegar a 4,0 – 4,5, já pode ocorrer a intoxicação da maioria das espécies de peixes e levá-los até a morte.

O solo também pode ser acidificado pela chuva, porém alguns tipos de solo são capazes de neutralizar pelo menos parcialmente a acidez da chuva por causa da presença de calcário e cal (CaCO3 e CaO) natural. Os solos que não têm calcário são mais suscetíveis à acidificação. A neutralização natural da água de chuva pelo solo minimiza o impacto da água que atinge os lagos pelas suas encostas (lixiviação). Uma chuva ácida provoca um maior arreste de metais pesados do solo para lagos e rios, podendo intoxicar a vida aquática.

Um outro fator muito importante sobre a emissão de SO2 é a formação de ácidos no corpo humano, a medida que respiramos. Este ácido pode provocar problemas como coriza, irritação na garganta e olhos e até afetar o pulmão de forma irreversível. No ano de 1952, na cidade de Londres, aproximadamente 4000 pessoas morreram em poucos dias como conseqüência da alta emissão de SO2 na atmosfera, proveniente da queima do carvão nas casas e nas indústrias naquela região. Normalmente esses gases eram dispersos para camadas mais elevadas na atmosfera, mas na época houve um fenômeno metereológico (inversão térmica) que causou um resfriamento súbito da atmosfera impedindo a dispersão dos gases. Hoje em dia a cidade de Londres tem uma atmosfera muito menos contaminada por SO2, e portanto um desastre de proporções tão grandes como as de 1952 é muito improvável de ocorrer.

A emissão de NO2, que provém principalmente da queima de combustíveis pelos carros também pode provocar problemas respiratórios e diminuir a resistências do organismo à vários tipos de infecções.

A acidez da atmosfera não só afeta aos seres vivos como também pode danificar a superfície de monumentos históricos e edifícios feitos de mármore (CaCO3 ) por causa da reação com o ácido. Podemos representar esse ácido de forma genérica (H+):

Chuva Ácida

O ar poluído pode ser transportado?

Quando uma indústria emite gases e material particulado para a atmosfera, podemos ver que a fumaça "viaja" pelo ar. Desta forma, quando chover, esses contaminantes poderão ser depositados longe das fontes emissoras.

Por exemplo, no Pólo Petroquímico de Cubatão (perto de Santos – SP) são emitidas toneladas de SO2 na atmosfera por ano, e a chuva que cai em cidades não industrializadas, a mais de 100 km de distância, muitas vezes é ácida por causa dessas indústrias. O SO2 produzido pela queima do carvão na Termoelétrica da Candiota no Rio Grande do Sul chega até o Uruguai, prejudicando o meio ambiente também daquele país. Esta é a chamada poluição trans-fronteiriça,isto é, ultrapassa as fronteiras de um país.

Fonte: www.usp.br

Chuva Ácida

 

Há anos, setecentos cientistas de mais de trinta paises reuniram-se em Hilton Head, na Carolina do Sul, EUA, para discutir um tema que está literalmente caindo sobre a cabeca de todos : a chuva.

Como se não bastasse provocar um rombo na camada de ozonio da alta atmosfera e ameacar o planeta de superaquecimento, a poluicao, nas suas diversas modalidades, tambem envenena a chuva -–algo tao benfazejo e essencial à vida como o proprio ar.

Em consequencia, 10 mil lagos na Suecia estao praticamente mortos. Na Noruega, outros 2 mil perderam seus peixes.

E na Alemanha, mais de 35% das florestas estao doentes. O Taj Mahal, um dos mais belos monumentos hindus, está perdendo a sua cor branca. E na Peninsula de Yucatán, ao sul do Mexico, a chuva está rapidamente destruindo obras da civilizacao maia, que floresceu ali pelo menos 1500 anos antes da chegada do homem branco.

No Brasil, a poluicao da chuva quase não é estudada. Isso não quer dizer que os aguaceiros que aqui desabam sejam sempre limpos. Há cerca de de 13 anos atrás, pesquisadores da Universidade Federal Fluminense constataram que a vegetacao da Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, estava sendo afetada pela sujeira da chuva.

Outros estudos, realizados pela Universidade Federal de Vicoca, mostraram que a flora do Parque Florestal do Rio Doce, nas proximidades do Vale do Aco, tambem tinha sido atingida. Apesar disso, um dos pesquisadores da Cetesb afirmou que, "o problema não tem a gravidade que adquiriu em outros paises."

Como sempre, em todos os lugares onde a chuva está servindo de meio de transporte para a poluicao, os viloes da historia são as industrias e os veiculos que despejam no ar, todos os dias, toneladas de dioxido de enxofre e oxidos de nitrogenio. Esses gases reagem com o vapor de agua e outros compostos quimicos da atmosfera para formar o perigoso ácido sulfurico e o ácido nitrico. Apesar dos compostos serem perigosos, o problema da chuva acida é a degradacao do meio ambiente a longo prazo.

Alem de poluir rios e lagos e acabar com a flora e a fauna aquatica, a chuva acida se infiltra no solo liberando certos metais potencialmente tóxicos, como alumínio, chumbo e cadmio. Estes podem se introduzir na cadeia alimentar através de plantas e acabar prejudicando a saude do homem.

Ao contrario do que se imagina, mesmo nos locais mais limpos, como o Artico, a agua da chuva é levemente ácida, ou seja, tem pH 5,6. O pH mede o teor de ions positivos de hidrogenio de uma solucao ( por uma convencao, pH designa o universo do logaritmo da concentracao desses ions ). A tabela do pH vai do zero ao quatorze : quanto maior for a concentracao daqueles ions, menor sera o pH, logo, mais ácida a chuva.

Em várias cidades do oeste da Europa e do leste dos EUA, a chuva chegou a ter pH entre 2 e 3, ou seja, entre o do vinagre e o do suco de limao.

A diferenca é maior do que parece : uma chuva com pH 3 contém dez vezes mais hidrogenio do que outra com pH 4 e cem vezes mais do que outra com pH 5.

O conceito de chuva ácida vai mais além : a acidez é a ponta do iceberg. Como a manifestacao mais óbvia de que a chuva está poluida é o baixo pH, adota-se o nome chuva ácida para qualquer precipitacao com alto teor de poluentes.

Nesses ultimos anos, quando o homem parece acordar para os estragos que vem causando à natureza, a chuva ácida costuma ser citada – até com certo exagero – como uma especie de holocausto ecologico em forma liquida. Mas a ameaca é quase tao antiga quanto a propria Revolucao Industrial. A expressao foi usada originalmente no seculo passado, mais precisamente em 1872, quando o quimico ingles Robert Argus Smith analisou a qualidade do ar da cidade de Manchester. No seu livro Air and rain : the beginning of a chemical climatology ( Ar e chuva : os inicios de uma climatologia quimica ). Smith estabelece pela primeira vez uma ligacao entre o pH da chuva e a combustao do carvao naquele centro industrial.

Quase meio seculo depois, o biologo noruegues Knut Dahl reconhecia a relacao entre a acidez das chuvas e a morte de plantas e peixes em varios lagos de seu país.

Os lagos saudaveis em toda a Escandinavia teriam um pH em torno de 7,0. Em muitos deles, esse valor baixou para 5,0. A acidez matou algas, planctons e insetos. Sem esta vida microscopica, as aguas adquiriram uma transparencia não natural. Depois, à medida que o pH abaixava, desapareceram os peixes, em especial salmoes e trutas. Enfim, os passaros, sem Ter o que comer, tambem sumiram.

Na primeira Conferencia Mundial do Meio Ambiente, realizada em Estocolmo, em 1972, os suecos deram o alerta. Se a guerra quimica do homem contra a natureza continuasse, em cinquenta anos, calcularam eles, metade dos lagos de seu pais estariam mortos. Por ironia da sorte – ou mais exatamente devido ao complexo mecanismo do clima no planeta – , suecos e noruegueses estavam arcando com um desastre armado a mil quilometros de distancia, na industrializada Inglaterra.

As correntes de ar que se deslocavam do oceano para o continente carregavam a maior parte dos 5 milhoes de toneladas anuais de dioxido de enxofre expelidas pelas centrais eletricas movidas a carvao das Ilhas Britanicas.

Quando alcanca o sul da Noruega e o sudoeste da Suecia, a mistura poluida se precipita sob a forma de chuva. Calcula-se que algumas regioes da Suecia chegaram a ser contempladas todo ano com um presente grego : 2 gramas de ácido sulfurico por metro quadrado de chao.

A Peninsula Escandinava não foi a única premiada. As emissoes de dioxido de enxofre foram estimadas em 70 milhoes de toneladas anuais. Esses gases não respeitaram fronteiras : Alemanha, França, Republica Theca e Eslovaquia, a ex-URSS, Italia e Espanha tiveram sua cota de participacao no involuntario comércio internacional de poluicao. No Brasil, a termeletrica de Candiota, em Bage, RS, por queimar carvao de má qualidade, acidifica as chuvas que caem no Uruguai. Paradoxalmente, até as medidas antipoluentes adotadas na decada de 70 contribuiram para o mercado exportador de chuva ácida. Foi o que aconteceu, por exemplo, no Parque Nacional de Adirondack, uma extensa area verde nos EUA, com montanhas e lagos apraziveis, protegidos por uma rigorosa legislacao de defesa do meio ambiente.

Ninguem imaginaria que naquele paraiso terrestre houvesse qualquer sinal de poluicao. Mas em 1976 constatou-se que os peixes de mais da metade dos lagos de Adirondack haviam desaparecido. De onde veio o veneno que teria acabado com eles ? O autor do crime estava a cerca de 800 quilometros do Parque. Tratava-se do complexo siderurgico de Sudbury, em Ontario, no Canadá.

Para impedir que a poluicao prejudicasse as areas vizinhas, em Sudbury as chamines têm descomunais 400 metros de altura. Lancados às camadas mais altas da atmosfera, os gases venenosos são levados por ventos que sopram para o leste até encontrar a barreira dos Montes Apalaches e se precipitar como chuva ácida em pleno parque. Os americanos se queixaram, mas não puderam fazer papel de vítima inocente. Segundo pesquisas, o Canadá recebe dos EUA quatro vezes mais dioxido de enxofre e onze vezes mais óxido de nitrogenio do que envia para esse país.

As florestas da America do Norte não foram afetadas pela chuva ácida. Mas na Europa, os efeitos parecem devastadores. Na Alemanha, Suica, França e Austria, as arvores estao doentes, talvez porque o solo ou o tipo de vegetacao seja especialmente vulneravel à acidez. Na Alemanha, uma paisagem desoladora : pinheiros e abetos, antes grandiosos, apresentam folhagem amarelada, com manchas escuras que provam a falta de nutrientes ( calcio e magnésio ). As árvores mais afetadas já perderam a folhagem: os troncos nus estao cobertos de ramos finos, raquiticos e quebradiços.

Nas cidades, a corrosão dos monumentos, edificios e veiculos e de duas a dez vezes mais rapida do que no campo. Na região de Katowice, no sul da Polonia, por exemplo, os trens não podem correr a mais de 40 km/h devido à corrosão dos trilhos. Os gregos, por sua vez, estao lutando contra o tempo para contra-atacar a chuva ácida que aos poucos dissolve seus conhecidos monumentos históricos. Segundo alguns especialistas, alguns dos grandes templos como o Partenon, em Atenas, se deterioraram mais nesse último quarto de século do que em todos os 2400 anos anteriores. A poluição praticamente já apagou as delicadas frisas e figuras gravadas na entrada da construção.

Ali, a solução de ácido sulfurico reage com o marmore transformando a superfície em gesso macio. Problema semelhante se suspeita que esteja ocorrendo com o Coliseu, em Roma. Às vezes, são falsos alarmes. Quando as esculturas dos doze profetas, obra em pedra-sabão do Aleijadinho, na cidade mineira de Congonhas do Campo, começaram a ser corroidas, afirmou-se que a culpada era também a chuva ácida. Dessa vez, parece que tudo não passou de um ataque de fungos. Melhor sorte não tiveram os monumentos no sul do Mexico. Um estudo mostrou que as esculturas e as ruínas maias estao sendo destruídas pela chuva ácida.

Na America do Sul, chuvas com pH medio 4,7 têm sido registradas tanto em regiões urbanas e industrializadas como em regiões remotas. Isso não quer dizer que a poluição esteja se espalhando. Por exemplo, estudos realizados na floresta amazônica mostraram que os valores do pH na região ( entre 4,5 e 4,7 ) estao próximos daqueles observados em áreas das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. A explicação é natural. A chuva ácida provém da oxidação do sulfeto de hidrogenio, ou seja, a reação do sulfeto em contato com o oxigenio do ar, que se volatiliza nas regiões alagadas. Mas resulta principalmente da grande quantidade de ácidos organicos emitidos pela própria floresta.

Fonte: www.bio2000.hpg.ig.com.br

Chuva Ácida

As industrias químicas e as centrais térmicas jogam na atmosfera produtos contaminadores, como os gases dióxido de enxofre e monóxido de nitrogênio os quais, com a ajuda do ozônio das camadas baixas da atmosfera, oxidam-se e, com a umidade da chuva, convertem-se em ácidos que se espalham pela terra, águas, árvores, plantações.

O solo perde a fertilidade e os animais terrestres, aquáticos e aves, acostumados com ambientes limpos não se adaptam a esses terrenos que perdem sua vegetação natural.Quais os efeitos da chuva ácida sobre a saúde? Suspeita-se da existência de riscos indiretos para a saúde humana, causada por metais como chumbo, cobre, zinco, cádmio e mercúrio, liberados dos solos e sedimentos por causa do aumento da acidez. Esses metais podem atingir as águas subterrâneas, rios, lagos e correntes usadas para a provisão de água potável e ser introduzidos nas cadeias alimentares que chegam ao homem. Deste modo, o homem pode apresentar sérios problemas neurológicos após anos de ingestão de água de chuva não tratada ou através do peixe contaminado por metais pesados. Quais os efeitos da chuva ácida sobre o solo e a vegetação?

A solubilidade de metais potencialmente tóxicos como o alumínio, manganês e cádmio são dependentes do pH e aumentam rapidamente com a diminuição do pH da solução do solo. O alumínio é fitotóxico e causa prejuízos ao sistema de raízes, diminuindo a habilidade das plantas para absorver os nutrientes e a água do solo, afetando o crescimento das sementes e a decomposição do folhedo, e interagindo sinergisticamente com os ácidos para aumentar o prejuízo às plantas e aos ecossistemas aquáticos. Outro efeito líquido sobre a vegetação é a redução no seu crescimento ou, no pior caso, a morte, devido não só à lixiviação dos nutrientes como o magnésio e o potássio pelo percolado ácido, mas também por causas secundárias afetando a planta enfraquecida.

Quais os efeitos da chuva ácida sobre os ecossistemas aquáticos? Um lago ou uma represa acidificados parece limpos e cristalinos, mas não contém vida. Os seres vivos são afetados não só pela acidez da água em si, que interfere em seus processos fisiológicos, mas também pela solubilização e mobilização de metais tóxicos à vida aquática. Em geral, à medida que o pH da água se aproxima de 6,0, algumas espécies de crustáceos, insetos e plânctons começam a desaparecer.

Em pH próximo a 5,0, ocorrem variações mais significativas na comunidade planctônica, algumas espécies de musgos e plânctons começam a proliferar e inicia-se uma progressiva perda de algumas populações de peixes menos tolerantes à acidez. Abaixo de pH 5,0, a água é relativamente desprovida de peixes, e o fundo do lago é recoberto com detritos orgânicos, já que as bactérias têm suas funções prejudicadas em ambientes ácidos, o que provoca uma redução na taxa de decomposição de matéria orgânica e um conseqüente aumento de detritos na água. A interferência na ciclagem de nutrientes é a principal conseqüência da alteração das comunidades de microdecompositores. Quais os efeitos da chuva ácida sobre os materiais?

A chuva ácida acelera a corrosão da maior parte dos materiais empregados na construção de edifícios, pontes, represas, equipamentos industriais, redes de canalização de água, depósitos de armazenamento subterrâneos, turbinas hidrelétricas e cabos elétricos e de telecomunicações. Pode também desgastar e descolorir monumentos antigos, prédios históricos, esculturas, ornamentos e outros objetos culturais importantes. A pintura dos automóveis, o concreto e o vidro das edificações também se deterioram rapidamente com a acidez da chuva.

Essa poluição não afeta apenas a vizinhança da indústria que a produz, mas é levada a grandes distâncias pelo vento, o que torna seus efeitos imprevisíveis.

A chuva ácida é uma das principais consequências da poluição do ar. As queimas de carvão ou de petróleo liberam resíduos gasosos, como óxidos de nitrôgenio e de enxofre. A reação dessas substâncias com a água forma ácido nítrico e ácido sulfúrico, presentes nas precipitações de chuva ácida.

Prejuízos para o homem

Saúde

A chuva ácida libera metais tóxicos que estavam no solo. Esses metais podem alcançar rios e serem utilizados pelo homem causando sérios problemas de saúde.

Prédios, casas, arquiteturas

A chuva ácida também ajuda a corroer os materiais usados nas construções como casas, edifícios e arquitetura, destruindo represas, turbinas hidrelétricas etc.

Danos para o meio ambiente

Lagos

Os lagos podem ser os mais prejudicados com o efeito da chuva ácida, pois podem ficar totalmente acidificados perdendo toda a sua vida.

Desmatamentos

A chuva ácida faz clareiras, matando duas ou três árvores. Imagine uma floresta com muitas árvores utilizando mutuamente, agora duas árvores são atingidas pela chuva ácida e morrem e assim vão indo até formar uma clareira. Essas reações podem destruir florestas.

Agricultura

A chuva ácida afeta as plantações quase do mesmo jeito que das florestas, só que é destruída mais rápido já que as plantas são do mesmo tamanho, tendo assim mais áreas atingidas.

Como evitar a Chuva Ácida

Conservar energia Transporte coletivo Utilização do metrô Utilizar fontes de energia menos poluentes Purificação dos escapamentos dos veículosUtilizar combustíveis com baixo teor de enxofre.

ILHAS DE CALOR

É um fenômeno climático que ocorre nos centros das grandes cidades devido aos seguintes fatores:

Elevada capacidade de absorção de calor de superfícies urbanas como o asfalto, paredes de tijolo ou concreto, telhas de barro e de amianto…

Falta de áreas revestidas de vegetação.

Impermeabilização dos solos pelo calçamento e desvio da água por bueiro e galerias, o que reduz o processo de evaporação.

Concentração de edifícios, que interfere na circulação dos ventos. Poluição atmosférica que retém a radiação do calor, causando o aquecimento da atmosfera ( Efeito estufa)

Utilização de energia pelos veículos de combustão interna, pelas residências e pelas indústrias, aumentando o aquecimento da atmosfera. Devido a esses fatores, o ar atmosférico na cidade é mais quente que nas áreas que circundam esta cidade. Por exemplo, num campo de cultivo que situa-se nas redondezas de uma grande cidade, há absorção de 75% de calor enquanto no centro dessa cidade a absorção de calor chega a significativos 98%! O nome ilha de calor dá-se pelo fato de uma cidade apresentar em seu centro uma taxa de calor muito alta, enquanto em suas redondezas a taxa de calor é normal. Ou seja, o poder refletor de calor de suas redondezas é muito maior que no centro dessa cidade.

Fonte: br.geocities.com

Chuva Ácida

 

Chuva ácida refere-se à deposição úmida de constituintes ácidos, os quais dissolvem-se nas nuvens e nas gotas de chuva para formar uma solução com pH inferior a 5,6. Apesar do termo chuva ácida ter-se generalizado para abranger também a deposição seca de poluentes ácidos gasosos e particulados, a tendência atual é usar a expressão "deposição ácida" para incluir ambas as formas de deposição, ficando o termo chuva ácida realmente limitado à deposição úmida dos compostos ácidos.

A água de chuva já é naturalmente ácida ?

Sim. O gás carbônico (CO2) atmosférico dissolve-se nas nuvens e na chuva para formar um ácido fraco: o ácido carbônico (H2CO3). Este ácido confere à chuva um pH de 5,6. Este valor de pH, resultante da contribuição de um gás naturalmente presente na atmosfera, indica que a água de chuva já é levemente ácida. Entretanto, valores de pH inferiores a 5,6 indicam frequentemente que a chuva encontra-se poluída com ácidos fortes como o ácido sulfúrico (H2SO4) e o ácido nítrico (HNO3) e, eventualmente, com outros tipos de ácidos como o clorídrico (HCl) e os ácidos orgânicos.

O que causa a deposição ácida ?

A deposição ácida é causada principalmente pelas emissões de dióxido de enxofre (SO2) e dos óxidos de nitrogênio (NOx = NO e NO2), já que estes gases são as espécies formadoras de ácidos fortes mais frequentemente emitidas pela atividade antropogênica. Estes poluentes primários do ar são gerados pela queima de combustíveis fósseis – petróleo e carvão mineral – em veículos e indústrias, notadamente nas usinas termelétricas, refinarias de petróleo e indústrias siderúrgicas e, ainda, no processo de fabricação de ácido sulfúrico, ácido nítrico, celulose, fertilizantes e na metalurgia dos minerais não metálicos, entre outros. Uma vez liberados na atmosfera, estes gases podem ser convertidos quimicamente em poluentes secundários, como os ácidos sulfúrico e nítrico.

Mas, a chuva ácida pode ter uma causa natural ?

Sim, em algumas regiões localizadas, a chuva pode ser acidificada por emissões naturais provenientes da atividade geotérmica (vulcões e fontes termais), da queima de biomassa e através de processos metabólicos em algas, fitoplâncton e em algumas plantas presentes em ambientes marinhos, costeiros e continentais. Os oceanos e os litorais formados de pântanos salgados e manguezais são fontes expressivas de liberação de compostos ácidos para a atmosfera.

E como são formados os ácidos sulfúrico e nítrico?

Estes ácidos são formados na atmosfera através da oxidação fotoquímica dos gases SO2, NO e NO2 com radicais livres (principalmente o radical hidroxila -OH·) ou através da oxidação destes gases ácidos com o peróxido de hidrogênio (H2O2), com o ozônio (O3) ou com o oxigênio dissolvido no interior das nuvens, neblinas e na chuva, neste último caso, uma reação catalisada por metais traço com o Mn2+ , Fe2+ e Fe3+.

O alcance da chuva ácida

O dióxido de enxofre e os óxidos de nitrogênio, que são os principais gases formadores da chuva ácida, podem ser transportados até cerca de 3000 km de distância, dependendo do vento, da altura das chaminés das fábricas, da frequência das chuvas e das condições da atmosfera. A exportação das chuvas ácidas para regiões não produtoras de poluição foi a causa imediata para que o problema fosse avaliado à nivel internacional. O Brasil pode estar levando chuva ácida para o Uruguai, assim como os países da Europa Ocidental exportam acidez para a remota Escandinávia.

Chuva ácida é um fenômeno recente ?

Não. O termo chuva ácida foi cunhado por um químico, Robert Angus Smith, quando descrevia a poluição em Manchester, Inglaterra, há mais de um século. Entretanto, a nível mundial, a percepção da acidez da chuva só ocorreu a partir da década de 1950, quando diversos ecossistemas (lagos e florestas, principalmente) já estavam seriamente comprometidos. Esta percepção tardia deve-se ao fato de que os ambientes naturais possuem um longo tempo de resposta a agressões como a acidificação. A água e o solo possuem a capacidade de neutralizar adições de ácidos e bases, e só depois de esgotada esta capacidade é que o pH destes ambientes sofre mudanças bruscas e acentuadas.

Todas as regiões têm a mesma capacidade de neutralizar os ácidos ?

Não. Os ecossistemas terrestres e aquáticos possuem diferentes graus de sensitividade à deposição ácida. Esta vulnerabilidade depende da geologia do leito de rochas, do tipo de solo, do uso do solo e da precipitação que ocorre naquela área. Rochas como o calcário, fornecem altos níveis de alcalinidade e, portanto, uma grande capacidade para neutralizar níveis acentuados de acidez. Por outro lado, áreas sustentadas por rochas altamente silicosas como o granito, alguns gnaisses, quartzito e arenito possuem menor alcalinidade, sendo portanto muito mais sensíveis ou vulneráveis às cargas ácidas.

O que acontece quando esta capacidade de neutralização é esgotada ?

Quando o ambiente não consegue mais neutralizar a acidez que vem com a chuva, inicia-se um processo de degradação ambiental que vai desde a acidificação das águas e do solo, com sérios problemas de redução da biodiversidade e de alterações físico-químicas nestes ambientes, até a ocorrência de declínio de florestas e prejuízos à agricultura e à pesca. Além disso, a chuva ácida acelera a corrosão e desgaste de materiais e, no homem, o organismo pode ter suas funções comprometidas pelo acúmulo de metais pesados dissolvidos, trazidos pelas águas de chuva acidificadas.

Quais os efeitos da chuva ácida sobre o solo e a vegetação?

A solubilidade de metais potencialmente tóxicos como o alumínio, manganês e cádmio é dependente do pH e aumenta rapidamente com a diminuição do pH da solução do solo. O alumínio é fitotóxico e causa prejuízos ao sistema de raízes, diminuindo a habilidade das plantas para absorver os nutrientes e a água do solo, afetando o crescimento das sementes e a decomposição do folhedo, e interagindo sinergisticamente com os ácidos para aumentar o prejuízo às plantas e aos ecossistemas aquáticos. Outro efeito líquido sobre a vegetação é a redução no seu crescimento ou, no pior caso, a morte, devido não só à lixiviação dos nutrientes como o magnésio e o potássio pelo percolado ácido, mas também por causas secundárias afetando a planta enfraquecida.

Quais os efeitos da chuva ácida sobre os ecossistemas aquáticos ?

Um lago ou uma represa acidificados parecem limpos e cristalinos, mas não contém vida. Os seres vivos são afetados não só pela acidez da água em si, que interfere em seus processos fisiológicos, mas também pela solubilização e mobilização de metais tóxicos à vida aquática. Em geral, à medida que o pH da água se aproxima de 6,0, algumas espécies de crustáceos, insetos e plânctons começam a desaparecer. Em pH próximo a 5,0, ocorrem variações mais significativas na comunidade planctônica, algumas espécies de musgos e plânctons começam a proliferar e inicia-se uma progressiva perda de algumas populações de peixes menos tolerantes à acidez. Abaixo de pH 5,0, a água é relativamente desprovida de peixes, e o fundo do lago é recoberto com detritos orgânicos, já que as bactérias têm suas funções prejudicadas em ambientes ácidos, o que provoca uma redução na taxa de decomposição de matéria orgânica e um conseqüente aumento de detritos na água. A interferência na ciclagem de nutrientes é a principal conseqüência da alteração das comunidades de microdecompositores.

Quais os efeitos da chuva ácida sobre os materiais?

A chuva ácida acelera a corrosão da maior parte dos materiais empregados na construção de edifícios, pontes, represas, equipamentos industriais, redes de canalização de água, depósitos de armazenamento subterrâneos, turbinas hidrelétricas e cabos elétricos e de telecomunicações. Pode também desgastar e descolorir monumentos antigos, prédios históricos, esculturas, ornamentos e outros objetos culturais importantes. A pintura dos automóveis, o concreto e o vidro das edificações também deterioram-se rapidamente com a acidez da chuva.

Quais os efeitos da chuva ácida sobre a saúde?

Suspeita-se da existência de riscos indiretos para a saúde humana, causados por metais como chumbo, cobre, zinco, cádmio e mercúrio, liberados dos solos e sedimentos por causa do aumento da acidez. Esses metais podem atingir as águas subterrâneas, rios, lagos e correntes usadas para a provisão de água potável e ser introduzidos nas cadeias alimentares que chegam ao homem. Deste modo, o homem pode apresentar sérios problemas neurológicos após anos de ingestão de água de chuva não tratada ou através do peixe contaminado por metais pesados.

As soluções

Incentivar o transporte coletivo.

Utilizar metrôs em substituição à frota de ônibus a diesel.

Incentivar a descentralização industrial.

Dessulfurar os combustíveis com alto teor de enxofre antes da sua distribuição e consumo.

Dessulfurar os gases de combustão nas indústrias antes do seu lançamento na atmosfera.

Subsidiar a utilização de combustíveis limpos (gás natural, energia elétrica de origem hidráulica,energia solar e energia eólica) em fontes de poluição tipicamente urbanas como hospitais, lavanderias e restaurantes.

Utilizar combustíveis limpos em veículos, indústrias e caldeiras.

Fonte: www.cienciaquimica.hpg.ig.com.br

Chuva Ácida

A chuva ácida é uma das principais consequências da poluição do ar. As queimas de carvão ou de peróleo liberam resíduos gasosos, como óxidos de nitrôgenio e de enxofre. A reação dessas substâncias com a água forma ácido nítrico e ácido sulfúrico, presentes nas precipitações de chuva ácida.

Os poluentes do ar são carregados pelos ventos e viajam milhares de quilômetros; assim, as chuvas ácidas podem cair a grandes distâncias das fontes poluidoras, prejudicando outros países.

O solo se empobrece, a vegetação fica comprometida. A acidificação prejudica os organismos em rios e lagoas, comprometendo a pesca. Monumentos de mármore são corruídos, aos poucos, pela chuva ácida.

Prejuízos para o homem

1. Saúde

A chuva ácida libera metais tóxicos que estavam no solo. Esses metais podem alcançar rios e serem utilizados pelo homem causando sérios problemas de saúde.

2. Prédios, casas, arquiteturas

A chuva ácida também ajuda a corroer os materiais usados nas construções como casas, edifícios e arquitetura, destruindo represas, turbinas hidrelétricas etc.

Prejuízos para o meio ambiente

1. Lagos

Os lagos podem ser os mais prejudicados com o efeito da chuva ácida, pois podem ficar totalmente acidificados perdendo toda a sua vida.

2. Desmatamentos

A chuva ácida faz clareiras, matando duas ou três árvores. Imagine uma floresta com muitas árvores utilizando mutuamente, agora duas árvores são atingidas pela chuva ácida e morrem e assim vão indo até formar uma clareira. Essas reações podem destruir florestas.

3. Agricultura

A chuva ácida afeta as plantações quase do mesmo jeito que das florestas, só que é destruída mais rápido já que as plantas são do mesmo tamanho, tendo assim mais áreas atingidas.

Como evitar a Chuva Ácida:

Conservar energia Transporte coletivo Utilização do metrô Utilizar fontes de energia menos poluentes Purificação dos escapamentos dos veículos Utilizar combustíveis com baixo teor de enxofre.Fonte: jmacedoc.sites.uol.com.br

Chuva ácida

 

As chuvas ácidas são um sério problema de agressão ao meio ambiente, são gotas de água que podem ser chuva ou neblina carregadas de ácido nítrico e sulfúrico. Esses ácidos são resultados de reações químicas que correm na atmosfera a partir da presença do enxofre. O enxofre, por sua vez, é emitido para a atmosfera pelas indústrias, pela queima de carvão, pelos veículos, etc. Ela pode manifestar-se tanto no local de origem, como a centenas de quilômetros de distância.

As chuvas ácidas são um sério problema de agressão ao meio ambiente, são gotas de água que podem ser chuva ou neblina carregadas de ácido nítrico e sulfúrico. Esses ácidos são resultados de reações químicas que correm na atmosfera a partir da presença do enxofre. O enxofre, por sua vez, é emitido para a atmosfera pelas indústrias, pela queima de carvão, pelos veículos, etc. Ela pode manifestar-se tanto no local de origem, como a centenas de quilômetros de distância.

A ação corrosiva do ácido é impiedosa, provoca acidificação do solo, prejudicando as plantas e animais, a vida dos rios e florestas. Da mesma forma as edificações presentes na área são afetadas, o excesso de nitrogênio lançado pela chuva ácida em determinados lagos também pode causar crescimento excessivo de algas, e conseqüentemente perda de oxigênio, provocando um significativo empobrecimento da vida aquática.

Chuva Ácida

No Brasil, durante muito tempo e até recentemente, a maior e mais famosa região industrial poluidora do meio ambiente era Cubatão. Todos os tipos imagináveis de poluição e de agressão ao meio ambiente podiam ser encontrados nesse enorme complexo industrial, que apresenta uma grande siderúrgica (Cosipa) e uma refinaria de petróleo (Presidente Bernardes), além de inúmeras indústrias químicas (fertilizantes, sabão, etc). Poluindo atmosfera, chuva ácida, chuva química, poluição dos rios, destruição da vegetação da Serra do Mar, população afetada com problemas respiratórios, abortos e crianças nascendo sem cérebro foram alguns dos problemas ambientais que deram fama a Cubatão como uma das cidades mais poluídas do mundo.

Chuva Ácida

No mundo as chuvas e neblinas carregadas de ácidos são responsáveis pelo "desgastes" de esculturas de mármore, como ocorre em Atenas e em todos os grandes centros poluídos por automóveis e fábricas do mundo.

Chuva Ácida

No mundo as chuvas e neblinas carregadas de ácidos são responsáveis pelo "desgastes" de esculturas de mármore, como ocorre em Atenas e em todos os grandes centros poluídos por automóveis e fábricas do mundo.

Chuva Ácida

Na Europa esse problema é muito grave, pela antiguidade das obras expostas a céu aberto. É o chamado Câncer de Pedra, que faz com que seja necessário recolher essas obras de arte, substituí-las por réplicas e somente expô-las em ambientes fechados. Infelizmente, muitas obras de arte e monumentos antigos, já se acham completamente destruídos pela corrosão provocada pelas chuvas ácidas.

Chuva Ácida

As chuvas ácidas também tem provocado a destruição completa da flora e da fauna aquática de numerosos lagos nos Estados unidos, no Canadá e na Suécia, também as florestas, como a Floresta Negra na Alemanha, vêm sofrendo os efeitos dessa poluição. Floresta Negra é o nome dado a floresta de pinheiros típicas do Sul da Alemanha. O controle da chuva ácida tem de ser feito como o emprego de combustíveis de baixo teor de enxofre, com a instalação de sistemas de tratamento de emissões gasosas nas indústrias e no veículos com motor de explosão.

Chuva Ácida

A ingestão de água potável acidificada, por longos períodos , pode causar a doença de Parkinson e de Alzheimer, a hipertensão, problemas renais e principalmente em crianças, danos ao cérebro. Estima-se que nos Estados Unidos a chuva ácida é a terceira maior causa de doenças pulmonares.

Continuando no ritmo de poluição do ar, nos próximos 30 a 40 anos a chuva ácida causará maiores alterações na química dos solos do que as florestas tropicais poderiam suportar.

Fonte: paginas.terra.com.br

Chuva Ácida

A formação de chuvas ácidas trata-se de um fenômeno (e um problema) moderno, originado a partir do grande desenvolvimento de centros urbanos altamente industrializados. Com a liberação de poluentes à atmosfera pelas diversas fontes de poluentes gasosos (indústrias, veículos e usinas energéticas), há a combinação destes poluentes com o vapor de água existente na atmosfera. Esta combinação entre água e poluentes (como o dióxido de enxofre e o óxido de nitrogênio) vai sendo acumulada em nuvens, ocorrendo assim sua condensação, basicamente da mesma forma como são originadas as chuvas comuns. Através da eletricidade gerada do choque entre nuvens, os elementos poluentes entram em reação química, formando compostos ácidos, que mais tarde serão precipitados.

Na natureza, a água reage com certos óxidos formando ácidos. É o caso sa reação da água com o dióxido de carbono, ou gás carbônico (CO2), formando o ácido carbônico:

Chuva Ácida

Esse ácido é útil ao ecossistema, pois participa do processo químico de formação dos solos argilosos. É o ácido carbônico que reage com o feldspato, formando a argila. É interessante lembrar ainda que o ácido carbônico é um compostos instável, desdobrando-se facilmente na natureza novamente em água e dióxido de carbono.

Alguns ácidos, no entanto, são muito agressivos aos ecossistemas, sendo considerados poluentes altamente nocivos. São ácidos formados pela reação da água com óxidos liberados pelas indústrias e veículos automotivos, principalmente.

Um exemplo é o dióxido de enxofre (SO2), que reage com o oxigênio do ar, dando SO3, que em seguida com o vapor d’água da atmosfera, forma o ácido sulfúrico (H2SO4):

Chuva Ácida

Chuva Ácida

Esses ácidos caem, depois, com a água da chuva e, como são ácidos fortes e corrosivos, poluem severamente o ecossistema: rios, lagoas, florestas, mares, têm seu ambiente biológico prejudicado, pois a vida é agredida e ameaçada por esses ácidos. A população humana também sofre efeitos do que se passou a chamar chuva ácida.

O ambiente físico também é agredido pelos ácidos trazidos pela chuva, pois eles infiltram-se no solo e reagem com várias substâncias, libertando produtos tóxicos, que são absorvidos pelas plantas e ingeridos por animais.

Além da agressão à natureza em si, a chuva ácida deixa suas marcas na arquitetura, em todo o mundo: os ácidos da chuva reagem com a superfície construída, corroendo-a, enfeiando-a e, em alguns casos, até mesmo destruindo algumas de suas partes.

No Brasil, como acontece em todo o mundo, a acidez da chuva está relacionada com o desenvolvimento industrial: cidades com maior número de fábricas, de indústrias e de veículos têm certamente, maior concentração de ácidos, no entanto, nem sempre caem onde são produzidos, pois o vento freqüentemente carrega as nuvens para outras regiões, geralmente próximas.

Três exemplos de ecossistemas brasileiros nos quais se têm detectado os efeitos da chuva ácida são o Parque Florestal do Rio Doce, a Floresta da Tijuca e parte da Mata Atlântica, próxima à Grande São Paulo.

Os efeitos da chuva ácida têm sido revelados nesses e em outros ecossistemas, o que seguramente não significa serem eles os únicos atingidos; certamente, significa que eles foram estudados. O mal causado pela chuva ácida é no entanto, muito maior do que o conhecido.

Fonte: www.mundodoquimico.hpg.ig.com.br

Chuva ácida

 

As industrias químicas e as centrais térmicas jogam na atmosfera produtos contaminadores, como os gases dióxido de enxofre e monóxido de nitrogênio os quais, com a ajuda do ozônio das camadas baixas da atmosfera, oxidam-se e, com a umidade da chuva, convertem-se em ácidos que se espalham pela terra, águas, árvores, plantações. O solo perde a fertilidade e os animais terrestres, aquáticos e aves, acostumados com ambientes limpos não se adaptam a esses terrenos que perdem sua vegetação natural

A maioria das chuvas é ligeiramente ácida por causa de uma pequena quantidade de dióxido de carbono dissolvido na própria atmosfera e tem um pH de 5,5. A chuva ácida tem um pH entre 5 e 2,2, e tem efeitos corrosivos para a maioria dos metais, o calcário e o papel. Pode cair a muitas centenas de milhas de onde se formou, quando se torna uma solução diluída de ácidos nítrico e sulfúrico. É letal à vida lacustre e prejudica as florestas e os solos. Também corrói edifícios e pode ser perigosa para a saúde dos seres humanos. O efeito é intensificado pelo fato de a chuva ácida liberar metais tóxicos, como cádmio e mercúrio, usualmente fixados no solo.

Ciclo da Chuva Ácida

Ciclo da Chuva Ácida

Inicialmente, é preciso lembrar que a água da chuva já é naturalmente ácida. Devido à uma pequena quantidade de dióxido de carbono (CO2) dissolvido na atmosfera, a chuva torna-se ligeiramente ácida, atingindo um pH próximo a 5,6. Ela adquire assim um efeito corrosivo para a maioria dos metais, para o calcário e outras substâncias.

Quando não é natural, a chuva ácida é provocada principalmente por fábricas e carros que queimam combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Desta poluição um pouco se precipita, depositando-se sobre o solo, árvores, monumentos etc. Outra parte circula na atmosfera e se mistura com o vapor de água. Passa então a existir o risco da chuva ácida.

Chuvas Ácidas no Brasil

A Região da Serra do mar

A chuva ácida pode ocorrer nas áreas sob influência da poluição produzida pelas indústrias de Cubatão, próximo à Serra do Mar.

Nesta região ocorre um fenômeno muito grave , a morte na floresta Atlântica que recobre a serra.

As árvores de maior porte morrem devido à poluição.

Os poluentes geram as chuvas ácidas, que causam a queda das folhas em algumas árvores. Abre-se uma clareira, e o Sol, antes bloqueado pela copa das árvores, agora incide diretamente sobre espécies mais sensíveis, matando-as.

A destruição assume uma gravidade significativa por causa do papel que as árvores possuem.

Elas fixam a camada de solo que reveste a serra do mar, impedindo o deslizamento desse terreno.

A morte das árvores e o apodrecimento das raízes é prejudicial ao ambiente da serra, pois pode causar em vários pontos verdadeiras avalanches de lama e pedras. Caso esse processo se torne freqüente, poderá causar entupimentos de rios (assoreamentos) e inundações.

Mudanças de pensamento sobre o problema da Chuva Ácida no mundo

Pode parecer que não, mas milhares de pessoas preocupam-se com o meio ambiente. Os dois países com maior interesse em acabar com a chuva ácida são a Grã-Bretanha e a Alemanha.

A Alemanha mudou sua política repentinamente para garantir pouca poluição; já a Grã-Bretanha, que tem menos problemas, ainda quer um pouco mais de provas antes de atuar. Um outro país, os Estados Unidos, acredita que sejam necessários mais pesquisas e debates antes de uma ação prática.

O termo chuva ácida foi usado pela primeira vez por Robert Angus Smith, químico e climatologista inglês.

O termo chuva ácida foi usado pela primeira vez por Robert Angus Smith, químico e climatologista inglês. Ele usou a expressão para descrever a precipitação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester no início da Revolução Industrial. Com o desenvolvimento e avanço industrial, os problemas inerentes às chuvas ácidas tem se tornado casa vez mais sérios.

Os cientistas descobriram que a poluição do ar causada pela combustão de combustíveis fósseis é a maior causa da chuva ácida. Os componentes principais da poluição do ar que provocam a chuva ácida são o dióxido de enxofre ( SO2) e os óxidos nítricos. A chuva ácida forma-se normalmente à elevadas altitudes nas nuvens, onde o dióxido de enxofre e os óxidos nítricos reagem com a água, oxigênio e oxidantes.

Esta mistura forma uma solução de ácido nítrico e sulfúrico. A luz solar aumenta a frequência destas reações. A água da chuva, a neve, o nevoeiro e outras formas de precipitação, contem as soluções de ácido nítrico e sulfúrico que caem na terra sob a forma de chuva ácida. Porém, a chuva ácida não é a causa de toda a acidez que cai na terra. Cerca de metade da acidez na atmosfera cai para a terra sob forma de gases e partículas secas.

O vento transporta estas partículas ácidas e gases para os edifícios, carros, lares e árvores. Esses gases e partículas são por vezes lavados das árvores e outras superfícies pelas tempestades.

Quando isso acontece, a água proveniente da chuva junta esses ácidos à chuva ácida tornando a combinação ainda mais ácida.

COMO SE FORMAM AS CHUVAS ÁCIDAS ?

Inicialmente, é preciso lembrar que a água já é naturalmente ácida. Devido á uma pequena quantidade de dióxido de carbono ( CO2) dissolvido na atmosfera, a chuva torna-se ligeiramente ácida, atingindo um pH próximo a 5,6. Ela adquire assim um efeito corrosivo para a maioria do metais, para o calcário e outras substâncias.

Quando não é natural, a chuva ácida é provocada principalmente por fábricas e carros que queimam combustíveis fósseis, como carvão e o petróleo. Desta poluição um pouco se precipita, depositando-se sobre o solo, árvores, monumentos , etc. Outra parte circula na atmosfera e se mistura com o vapor da água. Passa então a existir o risco da chuva ácida.

EFEITOS

A chuva ácida é retida pelas nuvens e pode viajar até 500 km por dia, dependendo da direção e força do vento. Devido à sua composição, estas chuvas alteram a composição química do solo, provocam e envenenamento dos cursos de água, fauna e flora, atingindo a cadeia alimentar, sendo ainda responsáveis pela corrosão de metais, rochas e edifícios.

PREUJUÍZOS PARA O HOMEM E PARA O MEIO AMBIENTE

Prejuízos para o homem

Saúde: a chuva libera metais tóxicos que estavam no solo. Esses metais podem alcançar rios e serem utilizados pelo homem causando sérios problemas de saúde.

Chuva Ácida

Prédios, casas, arquitetura: a chuva ácida também ajuda a corroer os materiais usados nas construções, destruindo represas, turbinas hidrelétricas etc…

Chuva Ácida

Prejuízos para o meio ambiente

Chuva Ácida

Lagos: os lagos podem ser os mais prejudicados com o efeito da chuva ácida, pois podem ficar totalmente acidificados, perdendo toda a sua vida.

Desmatamentos: a chuva ácida faz clareiras, matando duas ou três árvores. Isso pode destruir uma floresta.

Chuva Ácida

Agricultura: a chuva afeta plantações quase do mesmo jeito que das florestas, só que é destruida mais rápido já que as plantas são do mesmo tamanho, tendo assim mais áreas atingidas.

CHUVAS ÁCIDAS NO BRASIL

A chuva ácida pode ocorrer nas áreas sob influência da poluição produzida pelas indústrias de Cubatão, próximo à Serra do Mar. Nesta região ocorre um fenômeno muito grave, a morte na floresta Atlântica que recobre a serre. As árvores de maios porte morrem devido à poluição.

Os poluentes geram as chuvas ácidas, que causam a queda das folhas em algumas árvores.

A morte das árvores e o apodrecimento das raízes é prejudicial ao ambiente da serra, pois pode causar em vários pontos verdadeiras avalanches de lama e pedras. Caso esse processo se torne frequente, poderá causar entupimento de rios (assoreamento) e inundações.

CHUVA ÁCIDA NO MUNDO

Pode parecer que não, mas milhares de pessoas preocupam-se com o meio ambiente.

Os dois países com maior interesse em acabar com a chuva ácida são Grã- Bretanha e a Alemanha.

A Alemanha mudou sua política repentinamente para garantir pouca poluição; já a Grã-Bretanha, que tem menos problemas, ainda quer um pouco mais de provasantes de atuar.

Um outro país, os Estados Unidos, acredita que sejam necessários mais pesquisas e debates antes de uma ação prática. Segundo o Fundo Mundial para a Natureza, cerca de 35% dos ecossistemas europeus já estão seriamente alterados e cerca de 50% das florestas da Alemanha e da Holanda estão destruídas pela acidez da chuva.

Na costa do Atlântico Norte, a água do mar está entre 10% e 30% mais ácida que nos últimos vinte anos.

Nos EUA, onde as usinas termoelétricas são responsáveis por quase 65% do dióxido de enxofre lançado na atmosfera, o solo dos Montes Apalaches também está alterado: tem uma acidez dez vezes maiores que os solos vizinhos, de menor altitude, e cem vezes maior que das regiões onde há esse tipo de poluição.

COMO EVITAR A CHUVA ÁCIDA ?

Conservar energia. Hoje em dia o carvão, o petróleo e o gás natural são utilizados para suprir 75 % dos gastos com energia. Nós podemos cortar estes gastos pela metade e ter um alto nível de vida. Eis algumas sugestões para economizar energia:

Transporte coletivo: diminuindo-se o número de carros e a quantidade de poluentes também diminui.

Utilização do metrô: por ser elétrico polui menos do que carros.

Utilizar fontes de energia menos poluentes: energia geotérmica, energia das marés, energia eólica, energia nuclear (embora cause preocupação para as pessoas, em relação à possíveis acidentes e para onde levar o lixo nuclear).

Outras soluções

Purificação dos escapamentos dos veículos, utilizar gasolina sem chumbo e adaptar um conversor catalítico. Utilizar combustíveis com baixo teor de enxofre.

As chuvas ácidas tem trazido conseqüências muito nefastas para o nosso Planeta. É preciso estar preparado, conhecer e encontrar soluções quer a nível individual quer comunitário e que os governantes tomem decisões políticas urgentes.

Fonte: geocities.yahoo.com.br

Chuva Ácida

A Chuva ácida é caracterizada por um pH abaixo de 4,5. É causada pelo enxofre proveniente das impurezas da queima dos combustíveis fósseis e pelo nitrogênio do ar, que se combinam com o oxigênio para formar dióxido de enxofre e dióxido de nitrogênio. Estes se difundem pela atmosfera e reagem com a água para formar ácido sulfúrico e ácido nítrico, que são solúveis em água. Um pouco de ácido clorídrico também é formado.

As chuvas normais têm um pH de aproximadamente 5,6, que é levemente ácido. Essa acidez natural é causada pela dissociação do dióxido de carbono em água, formando o ácido carbônico, segundo a reação:

Chuva Ácida

Origem

Os principais fenômenos naturais que contribuem para a produção de gases ácidos lançados na atmosfera são as emissões dos vulcões e processos biológicos que ocorrem nos solos, pântanos e oceanos. Os efeitos da deposição ácida foram detectados nas geleiras há milhares de anos em partes remotas do globo.

As principais fontes humanas desses gases são as indústrias, as usinas termoelétricas e os veículos de transporte. Os gases podem ser carregados por milhares de quilômetros na atmosfera antes de serem convertidos em ácidos e então precipitados.

A chuva ácida industrial é um problema substancial na China, na Europa Ocidental, na Rússia e em áreas sob a influência de correntes de ar provenientes desses países. Essas áreas queimam carvão com enxofre em sua composição para gerar calor e eletricidade.

Formação

Uma possível reação de formação da chuva ácida é a que se segue:

Chuva Ácida

Evidências de um crescente aumento nos níveis de chuva ácida vêm da análise das camadas de gelos oriundos das geleiras.

Elas mostram uma repentina diminuição do pH a partir da Revolução Industrial de 6 para 4,5 ou 4. Outras informações foram coletadas através dos estudos de diatomáceas que habitavam os lagos.

Com o passar dos anos, eles foram morrendo e sendo depositados em camadas de sedimentos no fundo dos lagos.

As diatomáceas suportam certas variações de pH, logo o número desses organismos encontrados em camadas de maior profundidade serve como indicador das mudanças de pH ao longo dos anos.

Desde a Revolução Industrial as emissões de óxidos de enxofre e nitrogênio na atmosfera aumentaram. Indústrias e usinas termoelétricas que queimam combustíveis fósseis, principalmente o carvão, são a principal fonte desses gases. Já chegou a ser registrado variações de pH abaixo de 2,4 em áreas industriais. Esses poluidores, mais o setor de transportes, são os grandes responsáveis pelo aumento dos óxidos de nitrogênio.

O problema da chuva ácida não apenas aumentou com o crescimento populacional e industrial, mas também se espalhou. O uso de grandes chaminés a fim de reduzir a poluição local contribuiu para a disseminação da chuva ácida, liberando gases na atmosfera circulante da região. Algumas vezes, a precipitação ocorre a uma distância considerável de sua formação, sendo que as regiões montanhosas recebem a maior parte (devido às chamadas chuvas de montanha). Um exemplo deste efeito é o baixo pH das chuvas da Escandinávia comparado aos níveis de óxido que esta libera.

Há uma forte relação entre baixos níveis de pH e a perda de populações de peixes em lagos. Com um pH abaixo de 4,5, praticamente nenhum peixe sobrevive, enquanto níveis iguais a 6 ou superiores promovem populações saudáveis. Ácidos na água inibem a produção das enzimas que permitem que as larvas de truta escapem das suas ovas.

O baixo pH também faz circular metais pesados como o alumínio nos lagos. O alumínio faz com que alguns peixes produzam muco em excesso ao redor de suas guelras, prejudicando a respiração. O crescimento de fitoplâncton é inibido pelos grandes níveis de acidez e animais que se alimentam deles são prejudicados.

Muitos lagos são afetados ao receberem e concentrarem o ácido proveniente de solos ácidos. Este fenómeno pode ser desencadeado por um dado padrão de chuva que concentre o ácido. Um lago de águas ácidas, com peixes mortos recentemente, pode não ser prova de poluição extrema do ar.

As árvores são prejudicadas pela chuva ácida de vários modos. A superfície cerosa das suas folhas é rompida e nutrientes são perdidos, tornando as árvores mais suscetíveis a gelo, fungos e insetos.

O crescimento das raízes torna-se mais lento e, em consequência, menos nutriente são transportados. Íons tóxicos acumulam-se no solo e minerais valiosos são dispoersados ou (no caso dos fosfatos) tornam-se próximos à argila.

Os íons tóxicos liberados devido à chuva ácida constituem a maior ameaça aos seres humanos. O cobre mobilizado foi implicado nas epidemias de diarréia em crianças jovens e acredita-se que existem ligações entre o abastecimento de água contaminado com alumínio e a ocorrência de casos da doença de Alzheimer.

História

A ocorrência de chuva ácida foi primeiro relatada em Manchester, na Inglaterra, um importante centro durante a Revolução Industrial. Em 1852, Robert Angus Smith identificou a correlação entre a chuva ácida e a poluição atmosférica. A expressão chuva ácida foi por ele empregada em 1872. Ele observou essa chuva ácida podia levar à destruição da natureza. Embora a chuva ácida tenha sido descoberta desde 1852, não foi senão na década de 1970 que os cientistas começaram a observar a chuva ácida. A chuva ácida era um problema que pioraria.

Soluções

Nos EUA, muitas usinas de energia a queima de carvão usam o sistema de dessulfurisação de gás de fumeiro (FGD) para retirar os gases contendo enxofre de suas chaminés.

Um exemplo de FGD é o depurador molhado que comumente é usado nos EUA e em muitos outros países. Um depurador molhado é basicamente uma torre de reação equipada com um ventilador que extrai a fumaça de gases quentes da chaminé de uma usina de energia.

O calcário ou a pedra calcária em forma de slurry também é injetada na torre para se misturar com os gases da pilha e combinar-se com o bióxido de enxofre presente. O carbonato de cálcio da pedra calcária produz sulfato de cálcio de pH neutro, que é fisicamente retirado do depurador. Ou seja, o depurador transforma a poluição de enxofre em sulfatos industriais.

Em algumas áreas os sulfatos são vendidos a companhias químicas como gesso quando a pureza de sulfato de cálcio é alta. Em outros, eles são colocados num aterro.

Algumas pessoas opõem-se à regulação da geração de energia, acreditando que essa geração de energia e poluição necessitam de caminhar juntas. Isto é falso.

Um reator nuclear gera menos que um milionésimo do lixo tóxico (medido por efeito biológico líquido) por watt gerado, quando os dejetos de ambas as instalações de geração de energia são adequadamente comparados (os Estados Unidos proibem a reciclagem nuclear, de modo que esse país produz mais lixo que outros países).

Um esquema regulador mais benigno envolve a negociação de emissões. Por este esquema, a cada planta poluidora atual é concedida uma licença de emissões que se torna parte do capital da empresa.

Os operadores então podem instalar equipamentos de controle da poluição e vender partes das suas licenças de emissões. O principal efeito deste procedimento é oferecer incentivos econômicos reais para os operadores instalarem controles de poluição. Desde que grupos de interesse público possam aposentar as licenças por compra, o resultado líquido é um decréscimo contínuo e um menor conjunto de fontes poluidoras.

Ao mesmo tempo, nenhum operador particular jamais será forçado a gastar dinheiro sem retorno do valor de venda comercial dos ativos.

Fonte: pt.wikipedia.org

Chuva Ácida

 

Chuva ácida é um fenômeno recente?

Não. O termo chuva ácida foi cunhado por um químico, Robert Angus Smith, quando descrevia a poluição em Manchester, Inglaterra, há mais de um século. Entretanto, a nível mundial, a percepção da acidez da chuva só ocorreu a partir da década de 1950, quando diversos ecossistemas (lagos e florestas, principalmente) já estavam seriamente comprometidos. Esta percepção tardia deve-se ao fato de que os ambientes naturais possuem um longo tempo de resposta a agressões como a acidificação. A água e o solo possuem a capacidade de neutralizar adições de ácidos e bases, e só depois de esgotada esta capacidade é que o pH destes ambientes sofre mudanças bruscas e acentuadas.

Quais os efeitos da chuva ácida sobre o solo e a vegetação?

A solubilidade de metais potencialmente tóxicos como o alumínio, manganês e cádmio é dependente do pH e aumenta rapidamente com a diminuição do pH da solução do solo. O alumínio é fitotóxico e causa prejuízos ao sistema de raízes, diminuindo a habilidade das plantas para absorver os nutrientes e a água do solo, afetando o crescimento das sementes e a decomposição do folhedo, e interagindo sinergisticamente com os ácidos para aumentar o prejuízo às plantas e aos ecossistemas aquáticos. Outro efeito líquido sobre a vegetação é a redução no seu crescimento ou, no pior caso, a morte, devido não só à lixiviação dos nutrientes como o magnésio e o potássio pelo percolado ácido, mas também por causas secundárias afetando a planta enfraquecida.

As soluções

Incentivar o transporte coletivo.

Utilizar metrôs em substituição à frota de ônibus a diesel.

Incentivar a descentralização industrial.

Dessulfurar os combustíveis com alto teor de enxofre antes da sua distribuição e consumo.

Dessulfurar os gases de combustão nas indústrias antes do seu lançamento na atmosfera.

Subsidiar a utilização de combustíveis limpos (gás natural, energia elétrica de origem hidráulica,energia solar e energia eólica) em fontes de poluição tipicamente urbanas como hospitais, lavanderias e restaurantes.

Utilizar combustíveis limpos em veículos, indústrias e caldeiras.

Fonte: www.fontedosaber.com

Chuva Ácida

Um dos problemas ambientais mais graves que muitas nas regiões no mundo vêm enfrentando atualmente é a chuva ácida. Dentro desse termo genérico, outros fenômenos como neblina ácida e a neve ácida, todos relacionados a precipitações substanciais de ácido.

O fenômeno da chuva ácida foi descoberto na Grã-Bretanha, na metade do Século XIX, pelo cientista Argus Smith. Naquela oportunidade ele utilizou a expressão chuva ácida para descrever a precipitação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester, no início da Revolução Industrial.

A chuva ácida conduz a conseqüências ecológicas danosas, e a presença de partículas de ácido no ar, provavelmente também tem efeitos diretos sobre a saúde humana.

COMO É FORMADA A CHUVA ÁCIDA

A chuva "natural", isto é, não poluída, já é ligeiramente ácida, devido à presença de dióxido de carbono atmosférico dissolvido, que forma ácido carbônico:

CO2 (g) + H2O (aq.) H2CO3 (aq.)

Em seguida o H2CO3 ioniza-se parcialmente liberando um íon de hidrogênio, com a resultante redução do pH do sistema:

H2CO3 (aq.) H+ + HCO3-

Como conseqüência dessa fonte de acidez, o pH da chuva natural, não poluída é de cerca de 5,6.

Define-se como chuva ácida, apenas aquela que é substancialmente mais ácida que isso, ou seja, com pH menos que 5,0, tendo em vista a presença de quantidades de traço de ácidos fortes naturais, o que leva a acidez da chuva em ar puro a um nível um pouco mais alto que aqueles existentes pela presença apenas de dióxido de carbono – as erupções vulcânicas liberam ácidos fortes como HCl, que podem produzir temporariamente chuva ácida.

Uma grande quantidade de eletricidade consumida atualmente nos países desenvolvidos é proveniente da queima de combustíveis fósseis como carvão mineral, gás natural e óleo. Os dois principais poluentes e maiores responsáveis pela deposição ácida, dióxido de enxofre (SO2) e óxidos de nitrogênio (NOx), são liberados para atmosfera ou emitidos quando estes combustíveis são queimados.

O carvão mineral é o maior responsável pelas emissões de dióxido de enxofre (SO2)- e também pôr uma porção significativa das emissões de óxidos de nitrogênio (NOx).

Quando o carvão é queimado, o enxofre presente reage com o ar, formando então o SO2. Ao contrário, os óxidos de nitrogênio (NOx) são formados quando qualquer combustível fóssil é queimado.

Estes compostos SO2 e NOx, reagem na atmosfera com vapor d’água, oxigênio e oxidantes para formar gotas de ácido, chuva, neve, neblina, e outras formas de precipitações que contêm mistura de ácido sulfúrico e ácido nítrico, que caem sobre a terra na forma de chuva ácida, como deposição úmida. As partícula em suspensão no ar podem também se depositar sobre o solo na forma seca, isto é, sem serem precipitações de chuva.

De fato, praticamente toda a acidez da chuva ácida pode ser atribuída à presença desses dois ácidos, sulfúrico (H2SO4) e ácido nítrico (HNO3). Entretanto, outros gases como o ácido clorídrico e o ácido fluorídrico, causam também a acidificação das águas de chuva.

A Tabela 1, extraída de MOTA, Suetônio, Introdução à Engenharia Ambiental, mostra a origem dos gases responsáveis pela chuva ácida, principalmente, da queima de combustíveis fósseis e das atividades industriais.

Tabela 1 – Gases responsáveis pela chuva ácida e suas origens

POLUENTE ORIGEM

Dióxido de enxofre – fabricação de fertilizantes

– aquecimento de minérios do grupo de sulfatos; – fabricação de celulose e ácido sulfúrico; – combustão do carvão e derivados de petróleo, em veículos, usinas termelétricas, indústrias, altos-fornos, etc.;

Óxidos de nitrogênio – combustão do carvão vegetal

combustão dos derivados de petróleo (especialmente em veículos); indústrias de ácido nítrico e ácido sulfúrico; fumaça de cigarros;

Ácido clorídrico – indústrias de fertilizantes

indústrias eletroquímicas; processos de esmaltação da porcelana; combustão de materiais contendo cloro;

Ácido fluorídrico – fundições de metais pesados e de alumínio

indústrias de fertilizantes; indústrias de vidro, esmalte e porcelana;

EFEITOS ECOLÓGICOS DA CHUVA ÁCIDA

O processo de deposição úmida abrange a transferência de poluentes para a superfície da terra pela chuva, neve, neblina, ou seja, pôr soluções aquosas.

A extensão em que a precipitação ácida afeta a vida biológica em uma determinada área, depende muito da composição do solo e das rochas nesta área. As áreas mais fortemente afetadas são constituídas de granitos ou de quartzo, porque o solo tem menor capacidade de neutralizar o ácido.

A chuva ácida tem se apresentado como um dos piores problemas ecológicos de algumas regiões dos Estados Unidos, do Canadá e da Europa. Calcula-se entre 5 a 10 milhões de quilômetros quadrados (superfície equivalente ao território brasileiro) a área afetada nesses locais (MOTA, Suetônio, obra citada).

Estudos têm revelado que, embora os níveis de dióxido de enxofre tenham caído significativamente nas últimas décadas, tanto nos EUA quanto na Europa, houve pouca variação no pH das precipitações. Na Europa, pôr exemplo, o pH médio da chuva ácida ainda está entre 4,0 e 4,5. Atribui-se esta falta de redução da acidez a uma diminuição, no mesmo período, nas emissões de partículas de cinzas incombustíveis de chaminés e de outras partículas sólidas, todas alcalinas, neutralizando uma parte do dióxido de enxofre e do ácido sulfúrico da mesma maneira que o carbonato de cálcio atua no solo.

A acidificação dos solos tem provocado enormes perdas de produtividade na agricultura, como conseqüência da lixiviação dos nutrientes; da eliminação de organismos que contribuem na decomposição e nitrificação; da liberação de metais pesados e alumínio, tornando-os mais solúveis; da esterilização, com impactos sobre a vegetação.

Outro impacto danoso é a acidificação da água, principalmente em lagos de reservatórios voltados para o abastecimento e produção de energia elétrica, onde a água com maior acidez provoca desgaste em equipamentos, tais como bombas e turbinas, tubulações, etc., além de poder provocar a morte de peixes e a morte da vegetação.

A destruição de florestas pela chuva ácida é um fato constatado em diversas parte do mundo. De acordo com o Fundo Mundial para a Natureza, cerca de 35% dos ecossistemas europeus já estão seriamente alterados e cerca de 50% das florestas da Alemanha e da Holanda estão destruídas pela acidez da chuva. Na costa do Atlântico Norte, a água do mar está entre 10 e 30% mais ácida que nos últimos vinte anos. Nos EUA, onde as usinas termelétricas são responsáveis pôr quase 65% do SO2 lançado na atmosfera, o solo dos Montes Apalaches também está alterado: tem uma acidez dez vezes maior que a das áreas vizinhas, de menor altitude, e cem vezes maior que a das regiões onde não há esse tipo de poluição.

No Brasil, o problema que apresentou maior destaque foi o da cidade de Cubatão. As encostas da Serra do Mar, próximas à cidade, são uma ameaça, através de seus escorregamentos constantes, escorregamentos estes, provocados pelo desmatamento intenso ocorrido na região , principalmente pela ação dos poluentes emitidos no próprio centro industrial.

O Governo do Estado de São Paulo e as empresas locais precisaram investir recursos em uma série de obras para conter as ondas de lama produzidas durante as chuvas:

instalação de um sistema de alerta, que consiste em monitoramento e previsão de escorregamentos em tempo real, evitando situações críticas, protegendo a população; reflorestamento da região que circunda a cidade; instalação de equipamentos de coleta e tratamento de efluentes gasosos;Outro grande dano provocado pela chuva ácida é a destruição de obras civis e monumentos. Nesses últimos anos, os principais monumentos históricos sofreram severas agressões provocadas pelo ácido. Um exemplo muito conhecido é da Acrópole, em Atenas, na Grécia, onde os efeitos dessas agressões nos últimos quarenta anos são equivalentes àqueles observados nos dois mil anteriores. Também podem ser citados: o Coliseu, em Roma; as Catedrais de Notre Dame, em Paris, e de Colônia, na Alemanha; o Taj Mahal, na Índia.

EFEITOS DA CHUVA ÁCIDA SOBRE A SAÚDE HUMANA

Os efeitos que a chuva ácida tem sobre a saúde humana não podem ser deduzidos das leis gerais da biologia ou fisiologia, devendo ser estabelecidos experimentalmente. Pesquisadores continuam a estudar os possíveis efeitos da respiração de partículas ácidas do ar e da ingestão de água acidificada, contendo metais tóxicos liberados pela chuva ácida.

COMO REDUZIR A CHUVA ÁCIDA

A redução da chuva ácida deve ser realizada por ações governamentais, através da implementação e/ou criação da legislação pertinente; investimento em eficiência energética, bem como em fontes alternativas mais limpas de geração de energia.

As pessoas também podem contribuir na conservação da energia, considerando que a produção desta é a causa responsável pela maior deposição ácida.

Como ações que podem ser tomadas pelas pessoas, pode-se citar:

desligamento de lâmpadas, computadores e outros aparelhos, quando não efetivamente estiverem sendo utilizados; utilização de aparelhos que apresentem melhor eficiência energética como geladeiras, aquecedores, máquinas de lavar, ar condicionado, etc.; utilização de transporte público ou do transporte solidário preferencialmente ao transporte individual; caminhar ou utilizar a bicicleta, quando possível; aquisição de veículos que emitam menores quantidades de NOx e mantê-los sempre bem regulados; manterem-se sempre bem informadas.

CONCLUSÃO

São conhecidas as principais fontes da chuva ácida – usinas de geração de energia e veículos automotores. Através do Protocolo de Kyoto (1997) as nações mais desenvolvidas estão se comprometendo a reduzir suas emissões que além de provocarem a chuva ácida, também provocam o aquecimento do Planeta Terra, conhecido como Efeito Estufa .

É urgente que medidas mais eficazes sejam tomadas para que a chuva ácida seja reduzida em todo o planeta, beneficiando assim toda a biota: espécie humana, animais, vegetais, água e microrganismos.

Fonte: www.amda.org.br




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