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Biologia

Hemograma

Hemograma

Hemogr32 Hemograma

Introdução

Hemograma é um exame laboratorial utilizado para a avaliação quantitativa e qualitativa dos elementos sanguíneos dividindo-os em dois grupos: série branca e série vermelha. Na série branca vemos a contagem das células do sangue (Granulócitos, agranu!ócitos e plaquetas) e sua avaliação morfológica Na série vermelha, a dosagem da hemoglobina hematócrito, os índices hematométricos e também, a avaliação morfológica

Colheita de material

Para hemograma, usa-se sempre sangue colhido de veia periférica com agulha de calibre 0,7 ou 0.8mm ou butterfiy 21.

O material deve ser recebido em tubo contendo 1 a 1,5mg de EDTA sódico ou potássio pó mL de sangue. Excesso de EDTA, ou escassez de sangue causa desidratação dos eritrócitos

Execução do esfregaço sangüíneo

O exame do esfregaço sangüíneo é parte Importante da avaliação hematológica. A confiabilidade da informação depende em grande parte do exame sistemático de esfregaços bem confeccionados e corados. Se possível os esfregaços sanguíneos devem ser preparados imediatamente.

Urna gota de sangue com 2 a 3 mm de diâmetro deve ser depositada cerca de um centímetro da extremidade de urna lâmina limpa e isenta de poeira. Com o polegar e o dedo indicador da mão direita segure a extremidade de uma segunda lâmina, num ângulo de 30° a 45°, e arraste-a para trás. até que contate a gota de sangue. Depois que o sangue se difunda e preencha o ângulo entre as duas lâminas, empurre para frente a lâmina extensora numa velocidade moderada, até que o sangue se tenha espalhado formando um esfregaço sangüíneo moderadamente fino.

O esfregaço sangüíneo deve cobrir toda a superfície da lâmina, deve ter um aspecto regular e igualado, não apresentando cristas, ondas ou buracos. Em esfregaços sangüíneos de espessura ideal ocorre alguma superposição de eritrócitos em boa parte do esfregaço, mas uma distribuição regular e separação dos eritrócitos mais para a calda delgada. Quanto mais rapidamente o esfregaço sangüíneo for fixado ao ar, melhor será o espalhamento individual das células.

Corantes sangüíneos

Os corantes de anilina usados nos esfregaços sangüíneos pertencem a duas classes gerais: como o azul de metileno e corantes ácidos, como a eosina.

Os núcleos e certas outras estruturas no sangue se coram pelos corantes básicos e, portanto, são chamadas basófilas. Estruturas que se coram apenas pelos corantes ácidos são denominadas acidófilas. ou eosinófilas. Outras estruturas que se coram por uma combinação das duas classes de corantes, são chamadas neutrófilas.

Os corantes polícromos contendo eosina e azul de metileno é um desenvolvimento do método original de Romanowsky, que tomava muito tempo para a sua aplicação. Eles coram diferencialmente a maioria das estruturas normais e anormais no sangue.

Os componentes básicos da tiazina consistem do azul de metileno (tetrametiltionina) e, em proporções variáveis, de seus análogos produzidos pela desmetilação oxidativa:

Azure B (trimetiltionina)

Azure A (dimetiltiomina assimétrica) dimetiltionina simétrica; e

Azure C (monometiltionina) (Lillie 1977).

Quase todos os corantes de Romanowsky são dissolvidos em álcool metílico e combinam a coloração com a fixação. Entre os métodos mais conhecidos, estão as corações de Wright e Giemsa.

Fonte: www.geocities.com

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